AtualAnteriores → Edição nº 102

INFORM@TIVO

 

ESPECIAL

 

Ensino foi tema de visita do Ministro da Saúde ao Hospital Ana Costa

No último dia 20 de julho, a equipe do Hospital Ana Costa recebeu a visita de um de seus antigos residentes e também um dos mais ilustres: o atual ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Depois do governo anunciar a abertura de novos cursos de medicina e a ampliação do número de vagas nas instituições privadas, o ministro Chioro buscou os antigos mestres, indo ao local onde fez seu internato e sua residência, para debater sobre a questão do ensino médico, em reunião que foi coordenada pelo Dr. Jayme Rozenbojm.

Médico especializado em Aparelho Digestivo e com um currículo extenso, o Dr. Jayme é um dos fundadores do Hospital Ana Costa, onde permanece no Conselho de Administração e dá nome ao Centro de Pesquisa Clínica inaugurado pela instituição em dezembro de 2014. Além disso, é professor aposentado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e foi vice-presidente da AHESP de 1975 a 1981.

Para saber mais sobre esse importante encontro ocorrido em Santos, o Informativo AHESP esteve conversando com o Dr. Rozenbojm e descobriu facilmente o motivo da escolha do Ministro da Saúde ao deparar-se com um homem franzino, que carrega enorme vivência e conhecimentos na área da saúde, apresenta invejável lucidez e disposição em compartilhar tudo isso de forma simples e objetiva.

 


ENTREVISTA

 

Informativo AHESP – O que levou o Ministro da Saúde a procurá-lo, a procurar o Hospital Ana Costa?

Dr. Jayme RozenbojmEle está com um problema seríssimo de desenvolver locais para Residência Médica, pois o número de médicos formados não tem um número correspondente de locais de residência. Como a intenção do governo é aumentar o número de escolas, o déficit será ainda maior. Tendo feito o internato e a residência no Ana Costa, o ministro Chioro viu e viveu o nosso sistema de residência e, certamente, guardou na lembrança que eu dirigia a grande reunião médica naquela época, que acontecia semanalmente, com o corpo clínico, internos e residentes. Ele lembrou do velho professor e quis bater um papo para ver o que eu achava das ideias que desenvolveu a respeito e se eu poderia contribuir com algo para expandir a residência no país.

Informativo – Poderia nos contar quais ideias ele apresentou ao senhor?

Dr. JaymeUma delas, que disse que vai implementar, seria a criação de um bônus educativo dirigido às cidades nas quais julga ser importante ter residência, uma vez que o Ministério não pode dedicar recursos pecuniários para qualquer ambiente hospitalar abrir programa de residência. O bônus iria para a prefeitura, que ficaria encarregada de fazer convênio com os hospitais. Eu achei a ideia boa e disse a ele que o bônus é uma solução para os hospitais se adaptarem, porque precisam se equipar para poder dar residência, precisam fazer investimentos, gastar. Entretanto, sugeri que enviasse um projeto de lei para o Congresso, semelhante à Lei Rouanet da Cultura, criando o Selo de Hospital de Ensino.

Informativo – O que seria esse selo?

Dr. Jayme - Um selo de Hospital Escola para aqueles que não são hospital de escola, através de uma lei que dê subvenção e incentivo fiscal, pois, no Brasil, ainda persiste o conceito ultrapassado faz muito tempo de que o hospital para ser de ensino tem que pertencer a uma escola. A minha ideia é de que um médico recém-formado tem que aprender numa oficina que faz serviços médicos, que são os hospitais. Se você imaginar que, hoje, 90% da assistência médica do país é praticada em hospitais que não pertencem às escolas, quanto material riquíssimo para ser usado pedagogicamente não vai para o ralo? É preciso desenvolver o conceito de hospital escola e, por isso, expliquei que é necessária uma lei, que permaneça, para não correr o risco de um próximo ministro retirar o bônus, pois como ficaria quem tivesse investido? Deixaria os médicos no meio de um projeto de residência, como aconteceu recentemente com o Fies? No caso das cidades que receberiam o que ele chamou de bônus, talvez os hospitais nem precisassem pedir subvenção. Com essa lei e respectivos incentivos, as próprias empresas poderiam investir em benefício delas próprias, para a melhoria do padrão médico e, consequentemente, ter seus funcionários melhor tratados, diminuindo o nível de absenteísmo com o crescimento da capacidade resolutiva. O Ana Costa, por exemplo, se houver uma lei, ao invés de formar 60 residentes poderá vir a formar 180, pois temos os leitos necessários para isso e só não colocamos essa quantidade porque já sustentamos os 60 com sacrifício. Em outras palavras, eu poderia triplicar meu núcleo de residência, que está preparado para isso há quase 50 anos.

Informativo – O Hospital Ana Costa já tem programa de residência há 50 anos?

Dr. JaymeO nosso hospital foi fundado em 1966 e, em janeiro de 1967, admitimos nosso primeiro residente. O Ana Costa foi pioneiro no Brasil como hospital privado a montar uma residência médica e, para ter legitimidade, procuramos um dos fundadores da Escola Paulista de Medicina, o professor Jairo Ramos, que era Diretor do Conselho da Faculdade de Botucatu recém-criada, oferecendo nosso hospital para formar os residentes de lá, já que eles não tinham hospital na época. A filosofia do Ana Costa sempre foi a de ser um hospital escola, pois achamos fundamental, uma vez que só a presença de gerações jovens faz com que os médicos mais antigos não se fossilizem. Eles precisam do contato com o jovem, porque o jovem não tem restrições, inibições, faz a pergunta que lhe vem à cabeça e, com isso, o mais velho é obrigado a se atualizar sempre para poder responder. Evidentemente, que a coisa vai se tornando mais difícil nos dias de hoje, porque até um leigo que vai buscar informações na internet pode questioná-lo. Imagina quantas perguntas possa ter um formando em Medicina! Como cheguei a dizer nos anos 70 para o ministro Jarbas Passarinho, a formatura de Medicina é uma mera formalidade social, porque o médico não se forma nunca, precisa continuar estudando o resto da vida.

Nesta edição, leia também o artigo do Dr. Jayme Rozenbojm intitulado Hospital Escola X Hospital de Escola.

 


ARTIGO

 

Hospital Escola X Hospital de Escola

Hoje, no Brasil, graduam-se anualmente cerca de 18 mil médicos em 202 Escolas de Medicina, muitas delas sem as mínimas condições de funcionamento. Apesar das críticas consistentes, a situação persiste e deve continuar pela pressão irresistível das novas gerações, que chegam anualmente aos umbrais das faculdades. A consequência é a formação profissional insuficiente, diplomados e com ingresso no mercado de trabalho, muitas vezes, sem a mínima condição do exercício profissional.

O Custo da Assistência Médica

É sobejamente conhecido o alto custo da assistência médica, cujos motivos já foram matéria de várias publicações pela mídia escrita e falada. Este fato explica porque saúde é um problema na maioria dos países, desde que a carência de numerário dificulta a prestação de assistência médica em quantidade e qualidade desejadas.

Dentre todos os fatores condicionantes do custo da assistência, a qualificação profissional dos médicos é de suma importância. A quantidade e o volume de recursos desperdiçados pela má formação assumem proporções tais, de modo a tornar mais aguda à falta de verbas. Cria-se, assim, um círculo vicioso: enquanto não se cuida de corrigir a desqualificação profissional, agrava-se a deficiência de financiamento à saúde.

A Residência Médica e a Contínua Educação Médica

A formação profissional só se faz e se completa através de uma Residência Médica. Existem, em São Paulo, 49 locais do SUS e da Secretaria Municipal de Saúde com inscrições para residência e que oferecem anualmente 11.062 vagas. O CNRM informa que existem em curso, atualmente, 23.562 residentes, que ingressaram 12.591 em 2013 e que concluíram a Residência 9.985 naquele ano. Não se conhece quanto é preenchido, nem a qualificação deste ensinamento.

Sabe-se que é grande o número de formandos que não conseguem vaga de residente e, consequentemente, adentram ao mercado de trabalho sem condições para exercê-lo. Devido ao acréscimo de custo de atendimento, torna-se imperioso aumentar rapidamente o número de vagas de residência, bem como os locais que cuidam e atuam em programas de contínua educação médica.

A Quantidade de Assistência Médica

O Brasil tem 6.690 hospitais, sendo 98 Universitários (1,46%), que oferecem 463.166 leitos à população, sendo 4.548 privados e 2.142 públicos.

É amplamente reconhecido que, para uma boa formação médica, cada residente deve ter sob sua guarda 10 leitos continuadamente por ano, de modo que as vagas oferecidas pelos hospitais universitários permitem uma boa residência para apenas uma pequena porcentagem dos graduados anualmente.

Por outro lado, ocorrem no país 67.855.000 internações e 272.160.000 atendimentos ambulatoriais por ano e, nos hospitais com residentes, numa pequena porcentagem do total. Em outras palavras, a maior porcentagem dos atos médicos praticados não é aproveitada como fonte de ensino e aprimoramento profissional. Toda essa quantidade de assistência médica não pode continuar a ser desprezada e perdida para uso pedagógico, enquanto milhares de jovens buscam inutilmente uma porta para completarem a sua formação.

O Conceito de Hospital de Escola X Hospital Escola

A atual situação acima descrita decorre de dois fatores: um falso conceito de hospital de ensino e a falta de estímulo e incentivos para a implantação de maior número de programas de Residência e de contínuo aperfeiçoamento médico.

No Brasil, perdura o conceito que Hospital Escola é necessariamente Hospital de Escola. Assim, o ensino médico só pode ser administrado em hospitais universitários. Como o número de Hospitais de Escola é minoria em relação ao número total de hospitais, resulta que o maior volume da prática médica não é aproveitado para ensino.

Esta situação só será corrigida no dia que criarmos legalmente a figura de Hospital de Ensino, independentemente da razão social dos hospitais, desde que cumpra uma série de pré-requisitos exigidos por lei.

Esta solução é, há longo tempo, praticada em países do primeiro mundo, onde o ensino, o internato e a residência são praticados em hospitais privados, em convênio e sob orientação de universidades ou órgãos governamentais.

Projeto de Lei criando a figura de Hospital de Ensino

Alguns hospitais privados têm mantido programas de Internato, Residência e Contínua Educação Médica, de modo voluntário, por exigir qualidade de seus serviços, mas sem contar com auxílio ou reconhecimento. Observa-se, infelizmente, que devido à difícil situação econômica da saúde e dos hospitais, várias dessas iniciativas foram e estão sendo desativadas pelo seu custo, o que torna o futuro da qualidade do atendimento preocupante.

Essas iniciativas devem ser incentivadas e auxiliadas através de uma lei – a Lei do Hospital de Ensino – com suas regras, condições e monitoramento externo previsto. Isso deverá ser alcançado através de incentivos fiscais que colaborem na manutenção desses programas, tal qual já existe para Cultura que, a nosso ver, pelos objetivos, é tão ou mais importante.

Experiência do Hospital Ana Costa

Criado e dirigido por médicos pertencentes à Faculdade de Medicina da USP, com espírito universitário desde sua fundação, instalou em 1967 o Serviço de Ensino, com programas de Internato e Residência, que se mantêm até hoje com reconhecimento do MEC e convênios com várias Escolas Médicas.

Desde seu início, já passaram pelo nosso serviço 2.728 internos e residentes e já formamos mais de 2.000 profissionais altamente capacitados e entregues ao mercado de trabalho.

Dr. Jayme Rozenbojm



É NOTÍCIA - SETOR

 

Fator de Qualidade é tema de reunião com representantes do setor

No último dia 6, a Agência Nacional de Saúde Suplementar realizou a terceira reunião do Grupo Técnico do fator de Qualidade. O encontro aconteceu no Rio de Janeiro e contou com a participação de representantes de operadoras, prestadores de serviço de saúde, entidades acreditadoras e certificadoras e Inmetro.

Durante a reunião, a Diretora de Desenvolvimento Setorial, Martha Oliveira, apresentou a minuta da Instrução Normativa a respeito do fator de qualidade, cujo texto foi elaborado com base nas discussões e sugestões do grupo em reuniões anteriores.

Os participantes receberam cópia da apresentação, contendo a minuta do normativo, para que todos possam encaminhar sugestões de alteração. Em seguida, o texto será apreciado pela Diretoria Colegiada da ANS.

Leia a Resolução Normativa - RN nº 364/2014.

Fonte: ANS

Governo anuncia mais um corte no orçamento da Saúde

O orçamento previsto para 2015 já está 12% menor. Na primeira semana deste mês, o Governo Federal anunciou uma redução de mais R$ 1,7 bilhão, o que deverá garantir a manutenção da saúde pública no topo do ranking de insatisfação dos brasileiros, onde permanece há anos.

Em poucas semanas, a perda no orçamento da Saúde já totaliza R$ 13,4 bilhões e agrava o subfinanciamento da pasta, problema apontado por várias lideranças do setor e que já foi reconhecido muitas vezes pelo próprio ministro Arthur Chioro.

Para o presidente da Associação Paulista de Medicina, Florisval Meinão, a medida é uma agressão ao Sistema Único de Saúde e à população que mais precisa de atendimento. “É um absurdo que, mais uma vez, as áreas sociais sejam penalizadas por um governo que alardeou que protegeria estes direitos. Ao invés disso, o governo poderia reduzir a sua máquina administrativa, o número de ministérios ou diminuir cargos comissionados”, avalia Meinão.

Antônio Britto, presidente-executivo da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa, reitera que todas as críticas hoje ao SUS estão relacionadas ao fato de não cumprir o pressuposto constitucional de oferecer cobertura total de saúde a todos e complementa: “Essa dificuldade está relacionada justamente ao financiamento abaixo das reais necessidades da população”, o que certamente ficará ainda pior.

Fonte: Jornal Monitor Mercantil – Revista Hospitais Brasil

Gestão Haddad na Saúde: dificuldade para cumprir promessas.

Embora o site de acompanhamento do Plano de Metas da gestão Haddad informe que, em quatro anos, os sete compromissos firmados consumiriam cerca de R$ 1,6 bilhão e apenas R$ 108,9 milhões (6,5%) tenham sido efetivamente gastos, o secretário municipal da Saúde, José de Filippi Júnior, declarou que a execução orçamentária está desatualizada e que sua pasta já teria gasto o equivalente a 15,6%.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, que destaca o balanço divulgado em junho pela Prefeitura, mostrando que a gestão cumpriu apenas um de cada quatro compromissos. Vale lembrar que, na Saúde, o Plano de Metas estabelecia investimentos em três hospitais, na construção e reforma de UBSs e UPAs, na adoção da Rede Hora Certa, na criação do prontuário eletrônico, recuperação de hospitais e abertura de Centros de Atenção Psicossocial.

Alguns números apurados: das 32 unidades da Rede Hora Certa, 8 foram inauguradas e 7 devem ser entregues ainda este mês; das 43 UBSs, apenas 4 saíram do papel e 15 estão licitadas, com início de obras previsto para este mês; 2 CAPS foram entregues e mais 2 readequados para ampliar os serviços; das UPAs, 2 foram entregues e 13 estão em obras; da promessa de melhoria na estrutura de 16 hospitais, apenas 1 teve o serviço finalizado e obras foram iniciadas em mais 8. Por fim, a gestão Haddad reativou 294 leitos que estavam fechados por falta de pessoal.

Para o secretário, a execução orçamentária é baixa porque as obras mais caras demoram pra ficar prontas, mas informa que mais R$ 180 milhões serão gastos neste segundo semestre, levando o índice de execução para 27% até o final do ano.

Fonte: Agência Estado – Diagnóstico Web

 

É NOTÍCIA - HOSPITAIS

 

Até o fim do ano, Icesp terá novo equipamento para diagnosticar câncer.

A Faculdade de Medicina da USP acaba de comprar uma nova máquina que combina exames de ressonância magnética e PET-scan, que beneficiará principalmente os pacientes do Icesp e será a primeira do tipo na América Latina. Até o final do ano, ela será instalada no Centro de Medicina Nuclear do Hospital das Clínicas.

De acordo com Giovanni Cerri, professor titular de Radiologia da USP, trata-se de tecnologia inovadora, que permitirá conhecer melhor a disseminação do câncer, especialmente no cérebro e fígado, órgãos acometidos frequentemente por metástases.

O equipamento é um avanço nos métodos híbridos de diagnóstico por imagem, custou US$ 3,2 milhões e a instalação sairá por mais R$ 1 milhão, verbas da Fundação da Faculdade de Medicina da USP.

Fonte: Folha de S. Paulo

Santa Casa de Santos corre o risco de parar

A Santa Casa de Santos, no litoral de São Paulo, atravessa uma crise financeira que afeta o atendimento ao público. De acordo com funcionários, os problemas também são refletidos nos vencimentos, que estão atrasados. 

O presidente do sindicato dos médicos de Santos, Álvaro Norberto Valentin da Silva, explica que o problema no hospital é antigo. "Alguns médicos dessa unidade estão sem receber há cerca de um ano", disse.  Silva explica também que, por conta dos problemas, outros hospitais estariam emprestando material à Santa Casa e pacientes têm que ficar mais tempo internados, pois não há a possibilidade de realização de algumas cirurgias. 

Pacientes que recorrem a Santa Casa encontram falta de medicamentos, além de equipamentos sem manutenção ou quebrados e fornecedores estariam cancelando entregas por falta de pagamento. 

O diretor clínico da Santa Casa, José Luiz Camargo Barbosa, explica que a dívida do hospital é milionária. "Hoje, nossa divida é de mais de R$ 160 milhões. Infelizmente, os pagamentos estão constantemente atrasados. Houve um caso onde, após cirurgias de cataratas, precisávamos de colírio, mas não tínhamos em estoque. Tivemos que pedir emprestado a outro hospital", conta. 

Barbosa também confirmou que o hospital pode suspender o atendimento do SUS. "Existe sim a possibilidade da suspensão do atendimento. Solicitamos um empréstimo junto ao BNDES, que pode nos ajudar muito nessa situação. Faltam apenas detalhes políticos", explica.

Fonte: A Tribuna

Samaritano inaugura Centro de Reabilitação Física e Cognitiva

Sendo uma referência em atendimento de alta performance em medicina especializada e seguindo uma tendência mundial para prevenção e tratamento de incapacidades, o Hospital Samaritano acaba de inaugurar o Centro de Reabilitação Física e Cognitiva. Nele, os pacientes serão avaliados individualmente por médicos especialistas e equipe de reabilitação e, ao final, receberão a indicação da terapia mais adequada a cada caso.

Um dos diferenciais do novo Centro é a realização de laudos homogeneizados das áreas cognitivas (terapeuta ocupacional, neuropsicólogo e/ou fonoaudiólogo) e motora (especialistas em medicina de reabilitação, fisioterapeutas e enfermagem especializada).

O espaço conta com investimento e o suporte da tecnologia em procedimentos diagnósticos, prontuário eletrônico para registro da evolução dos pacientes, além da presença da equipe de reabilitação que atende as necessidades de pacientes com diferentes limitações físicas e cognitivas, especialmente nas áreas de Ortopedia, Neurologia, Ginecologia, Oncologia, Urologia e casos como dor, demências, transtornos de atenção, reabilitação pós trauma de crânio, entre outras.

Fonte: Saúde Business

 

Ed. Anteriores