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INFORM@TIVO

 

PROJETO GLOSA ZERO

 

Amil disponibiliza material do Treinamento

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Após reuniões realizadas com representantes da operadora e de promover um treinamento aberto a associados e não associados no último mês de janeiro, em sua sede, a AHESP prossegue em seus esforços de melhorar o relacionamento comercial entre Hospitais e Amil.

Neste sentido e atendendo à solicitação de alguns participantes e daqueles que não puderam comparecer, conseguiu junto à Gerente do Projeto Glosa Zero, Maria Melo, os arquivos das apresentações feitas pela equipe Amil no evento, que estão sendo disponibilizados nesta edição:

 


SAÚDE SUPLEMENTAR

 

Cresce disponibilidade de leitos e cai número de beneficiários de planos de saúde

Na semana passada, o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar divulgou sua NACISS – Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar, na qual informa que o número de leitos disponibilizados no setor privado aumentou 6,38% na comparação entre setembro de 2015 e o mesmo mês de 2009.

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De acordo com a análise do IESS, o resultado significa acréscimo de 7,78 mil leitos em todo país, já que o salto no período foi de 122,07 mil unidades em 2009 para 129,86 mil, em setembro de 2015. Em termos proporcionais, o sistema de saúde suplementar ofertou 2,6 leitos para cada grupo de mil beneficiários, índice que atende o padrão recomendando pelo Ministério da Saúde (2,5 a 3 leitos por mil pessoas). Como referência, cita a existência, no SUS, de 1,5 leito para cada grupo de mil brasileiros.

Em setembro de 2015, o total de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalar era de 50,26 milhões, uma alta de 19,46% em relação ao mesmo período de 2009, quando o sistema contava com 42,07 milhões de beneficiários. Por esse motivo, a proporção de leitos por mil beneficiários oscilou de 2,9, em setembro de 2009, para 2,6, em setembro de 2015. É importante observar que o dimensionamento de rede de atendimento pelos planos, geográfico e quantitativo, é estabelecido e monitorado pela ANS.

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Esse processo demonstra que, além de a saúde suplementar atender a recomendação do Ministério da Saúde na oferta de leitos, o setor tem buscado ser mais eficiente e vem mantendo os investimentos”, avalia o superintendente executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro. “Para o ganho de eficiência avançar, o modelo de pagamento usado pelas operadoras para os serviços prestados por hospitais precisa se modernizar e premiar a performance e combater o desperdício”, adiciona.

Por outro lado, a crise do país criou um efeito cascata nas operadoras. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar, as operadoras perderam 13,7 mil beneficiários por mês entre setembro de 2014 e setembro de 2015, uma vez que as empresas começaram a dispensar funcionários que, consequentemente, deixaram de ter o benefício do plano de saúde.

É a primeira vez que tem uma queda acentuada. Quando fecha uma vaga de emprego, perdemos de dois a quatro beneficiários”, disse Pedro Ramos, diretor da Abramge. Já o Ministério da Saúde informou que “os atendimentos realizados são crescentes, mas não é possível relacionar isso à desistência de usuários em possuir planos de saúde”. Para a diretora executiva da Associação Nacional das Administradoras de Benefícios, Luciana Silveira, as operadoras estão reagindo, “os empreendimentos estão trabalhando para reduzir custos com campanhas de prevenção de doenças e coibindo fraudes e há um movimento para aquisição de planos mais básicos”.

 


É NOTÍCIA – SETOR

 

Governo gasta R$ 3,89 ao dia na saúde de cada brasileiro

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A partir de informações sobre despesas apresentadas pelos gestores à Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda, o mais recente estudo do Conselho Federal de Medicina em parceria com a ONG Contas Abertas mostra que, em 2014, os governos federal, estaduais e municipais aplicaram esse valor per capita para cobrir as despesas com saúde dos mais de 200 milhões de brasileiros.

Em outras palavras, o gasto em saúde por pessoa naquele ano foi de R$ 1.419,84 e, portanto, segundo dados da OMS, abaixo da média das Américas. Em 2013, o investimento per capita do setor público em saúde nas Américas foi de US$ 1.816, enquanto o do Brasil já era 70% menor, US$ 523. Entre 2013 e 2014, as aplicações em saúde por parte da esfera pública caíram 0,93, no país, atingindo a cifra de R$ 290,3 bilhões (R$ 3 bi a menos que no ano anterior).

O presidente do CFM, Carlos Vital, avalia que a carência financeira pode ainda ampliar os problemas enfrentados pela rede de hospitais federais, conveniados, filantrópicos e santas casas, que no ano passado sofreram com sucessivos atrasos e falta de pagamentos. “Por conta do subfinanciamento histórico e da má gestão, todo o sistema está comprometido. As autoridades precisam reconhecer a saúde pública como prioridade. Os problemas do setor começam com a definição destas prioridades e se estendem para a transposição de metas e para o orçamento e sua execução. Trata-se de um perverso ciclo, reforçado pela carência de recursos e pela descontinuidade das ações administrativas nos estados e municípios, além da leniência e da corrupção”.

O resultado do estudo foi tema de matéria realizada pelo Fantástico, da Rede Globo, que apontou, proporcionalmente, Salvador como a capital que menos gasta com a saúde de seus habitantes e Brasília como a que mais gasta, no país.

Fontes: CFM e Portal G1

 

Câmara aprova projeto que reduz Taxa de Resíduos de Saúde

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De autoria do Executivo, o Projeto de Lei nº 605/15, que propõe novas faixas de cobrança da Taxa de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde, foi aprovado pela Câmara Municipal de São Paulo e segue, agora, para a sanção do prefeito Fernando Haddad.

Embora a taxa seja cobrada de consultórios médicos e odontológicos, laboratórios, hospitais e clínicas, o projeto é resultado de uma reivindicação antiga dos dentistas, que não chegam a atingir o valor mínimo de coleta por dia já que, pela lei atual, a primeira faixa de cobrança é para estabelecimentos com quantidade de geração potencial de até 20 kg/dia.

O texto aprovado pela Câmara cria novas faixas para pequenos e grandes geradores de resíduos. A 1ª faixa será de até 5 kg/dia, a 2ª de 5 kg a 10 kg e a terceira de 10 kg a 20kg. Além disso, o valor mínimo de R$ 97,58 passará para R$ 48,06.

Se sancionada pelo Executivo Municipal, a nova lei passará a valer a partir do ano que vem.

Fontes: Portal GeHosp

 

Hospitais poderão ter tributação menor na aquisição de medicamentos

No último dia 23, a questão começou a ser analisada por meio de processo que envolve o Instituto BioChimico Indústria Farmacêutica e o governo da Bahia e três dos cinco ministros da 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça votaram a favor da aplicação de uma base de cálculo de ICMS diferenciada para os medicamentos vendidos a hospitais.

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No processo, a indústria discute uma autuação fiscal lavrada por utilizar como base de cálculo do imposto preços menores do que os sugeridos pela ABCFarma, Guia das Farmácias e Portaria nº 37/92 e defende a diferenciação alegando que os medicamentos são vendidos exclusivamente para hospitais.

A empresa e o Estado discordam sobre a base de cálculo do tributo, que é recolhido por sistema de substituição tributária e o julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Sérgio Kukina.

Segundo o escritório que representa a empresa, existem sete processos sobre o tema contra outros Estados, além da Bahia, Minas Gerais e Goiás. Já o advogado Andre Felix, que é juiz no Tribunal de Impostos e Taxas de São Paulo há 10 anos, afirmou nunca ter visto esse tipo de autuação no Estado. Para ele, como o hospital não realiza venda de medicamento, a indústria farmacêutica indicou a base de cálculo usada para distribuidora. “Ela está correta. Pelos valores da revista ABCFarma, seria enriquecimento ilícito do Estado, já que tais valores consideram uma cadeia até o consumidor e, no outro caso, da venda direta ao hospital, a operação é praticamente para consumidor final”, explicou.

Fontes: Valor Econômico e Setor Saúde


É NOTÍCIA – HOSPITAIS

 

Nove de Julho inaugura unidade de Transplante de Medula Óssea

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Com investimento total de R$ 6 milhões, o Hospital 9 de Julho inaugurou, na última quinta, 25 de fevereiro, sua nova unidade de TMO, uma das poucas do Brasil a realizar transplante haploidêntico, quando não há total compatibilidade entre doador e receptor.

De acordo com o Dr. Celso Massumoto, onco-hematologista do hospital, entre os principais diferenciais da nova unidade está a filtragem do ar dentro de todo o setor e o tratamento de água, duas características inéditas no país. “Normalmente, a filtragem é feita somente dentro do quarto e, por isso, o paciente não pode sair de lá. Nós implantamos um sistema que vai permitir que eles circulem também pelos corredores”, afirma. Quanto à água que abastece o setor, explica que recebe um tratamento especial à base de prata e cobre, o que reduz consideravelmente os riscos de infecção.

No corredor, foram criadas estações de atividade física para que o paciente possa iniciar seu processo de reabilitação no próprio local, uma vez que fica internado por longos períodos, o que pode causar atrofia muscular. “Todos esses cuidados são extremamente importantes para garantir o sucesso do transplante e a recuperação do paciente. Além disso, buscamos humanizar o atendimento durante todo o tempo que ele passa no hospital”, destaca Massumoto.

A nova unidade de TMO é composta por 16 leitos, sendo um deles de pronto atendimento e dois de completo isolamento, para casos mais graves. Uma equipe multidisciplinar formada por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos e nutricionistas vai atuar no local.

Fonte: Hospital 9 de Julho

 

Beneficência Portuguesa tem novos superintendentes

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A Beneficência Portuguesa de São Paulo contrata dois novos superintendentes que terão a oportunidade de aplicar o seu conhecimento de mercado.

Patrícia Holland liderará a superintendência recém-criada de Serviços Auxiliares de Diagnóstico e Terapia (SADT). Será responsável por gerir o centro diagnóstico da Beneficência Portuguesa de São Paulo, atendendo a todas as unidades hospitalares do complexo. Há 20 anos no mercado, Patrícia acumulou experiências nas áreas de negócios e marketing em grandes empresas multinacionais, como Philips Healthcare, Johnson & Johnson, Reckitt Benckiser, entre outras.

Já Luiz Sérgio Santana terá o desafio de gerir o Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, maior unidade das três do complexo hospitalar, e que concentra a maior parte dos casos cirúrgicos de alta complexidade. Dentre seus desafios estão a gestão da enfermagem, operações e área médica. O executivo possui mais de 20 anos de atuação nas áreas de operações e planejamento em empresas de saúde, como Rede D´Or São Luiz, Intermédica, Grupo VITA e Hospital Aliança.

Dessa forma, a instituição reafirma seu compromisso de desenvolver estratégias que tornem a instituição ainda mais competitiva e sustentável.

Fonte: Revista Hospitais Brasil

 

Unidade do Hospital de Câncer de Barretos será construída em Campinas

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O Centro de Diagnóstico do Hospital de Câncer de Barretos será construído em Campinas, em uma área total de 11,4 mil m2, na Av. das Amoreiras, em frente à marginal do Piçarrão. O decreto autorizando a construção da unidade foi assinado na sexta-feira (19-fev) pelo prefeito Jonas Donizete (PSB) e o prazo para construção do novo hospital é estimado em 12 meses.

Os recursos para a obra, de R$ 70 milhões, são provenientes do acordo da Shell/Basf de Paulínia com o Ministério Público e já estão depositados na conta do hospital. Deste total, metade será aplicada na unidade de Campinas e o restante investido em pesquisas no Hospital de Barretos, que é o maior e mais avançado hospital oncológico do país, com atendimento total pelo SUS.

A unidade contará com laboratório, área de procedimentos e administração. Depois do diagnóstico, os pacientes serão encaminhados para a rede pública da cidade (hospitais Celso Pierro, de Clínicas da Unicamp, Mário Gatti e Ouro Verde, além da Policlínica e do Centro Boldrini).

A unidade de Campinas contará com diagnóstico de quatro tipos de cânceres: colo de útero, pele, mama e pulmão e estará apta também para pequenos procedimentos, como punções.

O projeto prevê ainda a compra de cinco carretas equipadas para diagnóstico, que rodarão a cidade para facilitar o acesso da população aos exames. É possível que as carretas já possam começar a circular enquanto o hospital é construído.

Fonte: Revista Health ARQ


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