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INFORM@TIVO

 

ESPECIAL

AHESP realiza tradicional almoço de confraternização com diretores

Respeitando o calendário anual de reuniões do Conselho Diretor, o almoço de confraternização foi realizado no último dia 12 de dezembro, na sede da AHESP, reunindo presidente, vice-presidente, diretores, assessorias e funcionários.

A opção por uma versão diferenciada do já tradicional encontro de fim de ano foi uma sugestão do presidente Dr. Eduardo de Oliveira, que recebeu os convidados logo na entrada da sede, com uma mesa carinhosamente montada com deliciosos antepastos, pães e frios, além das brasileiríssimas caipirinhas e caipiroskas.

Após brindar mais um ano de atividades, todos se dirigiram para o auditório da Associação, que teve seu layout adequado para acolher os convidados de forma descontraída e intimista para o almoço.


Este último encontro do ano foi prestigiado por praticamente toda diretoria 2016-2019: Dr. Agnaldo Arsuffi (1º vice-presidente), Dr. Paulo Roberto de Assis Pires (2º vice-presidente), Dr. Ivo Garcia do Nascimento (1º tesoureiro), Dr. Edison Ferreira da Silva (1º secretário), Dr. Renato Sargo (2º secretário), Sra. Maria Isabel Aguiar, Dr. Walter Vale, Dr. Maurity G. Freitas (diretor executivo), pelos doutores Dagoberto J. S. Lima e Ricardo Ramires Filho (Assessoria Jurídica), Almeri Bolonhezi (Assessoria de Comunicação) e pelas colaboradoras Érika Letzel, Sônia C. Voltan e Vilma Doretto.


Em clima de confraternização, a diretoria encerrou oficialmente a agenda deste difícil ano de 2017, renovou esperanças para o novo ano que se aproxima, reiterando o compromisso de seguir representando os hospitais do Estado de São Paulo e trabalhando em prol da Saúde no Brasil.


SAÚDE SUPLEMENTAR

ANS debate modelos de remuneração com operadoras e prestadores

Ana Paula Cavalcante, Rodrigo Aguiar e Daniele Silveira durante abertura do evento.

O presidente da AHESP e vice-presidente da Federação Brasileira de Hospitais (FBH), Dr. Eduardo de Oliveira, esteve no Rio de Janeiro, na Agência Nacional de Saúde Suplementar, no último dia 5 de dezembro, para a 8ª Reunião do Grupo de Trabalho sobre Modelos de Remuneração, que reuniu representantes de operadoras de planos privados de saúde, de sociedades médicas, entidades representativas de profissionais de saúde e prestadores de serviços.

Na ocasião, houve nova composição das equipes (com definição dos facilitadores) e os 76 participantes foram divididos em 3 subgrupos (remuneração de profissionais de saúde, atenção especializada e hospitalar) e receberam orientações sobre as regras de funcionamento do grupo, além do cronograma das reuniões que acontecerão em 2018. O objetivo do encontro foi lançar as próximas fases do GT de Remuneração, estabelecendo as diretrizes e a organização dos 3 subgrupos de trabalho.

Na abertura, Rodrigo Aguiar, diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, esclareceu que “a ANS não vai editar normativo dizendo qual será o modelo de remuneração”. Ele também falou que o papel da agência é induzir a discussão e a implementação de novos modelos de remuneração com vistas à sustentabilidade do setor. “Pretendo, a partir da conclusão dos trabalhos de grupo, levar ao conhecimento da diretoria colegiada uma proposta de incentivo regulatório para aqueles que efetivamente apliquem no seu dia-a-dia o modelo de remuneração mais adequado”, acrescentou o diretor.

Ana Paula Cavalcante, gerente de Estímulo à Inovação e Avaliação da Qualidade Setorial da agência, apresentou as fases II e III do GT Remuneração e fez uma retrospectiva com pontos que foram apresentados desde a primeira reunião, que aconteceu no dia 14/09/2016. Segundo ela, “na fase III vamos implementar projetos-piloto de modelos alternativos de pagamento atrelados a indução da qualidade do cuidado. Mas também é preciso pensar em estratégias para avaliar os projetos”. Ela falou sobre outra possibilidade de incentivo regulatório: incluir como critério de qualidade, no processo de acreditação das operadoras de planos privados de saúde, a adoção de modelos alternativos ou complementares de remuneração de serviços de saúde, na revisão da Resolução Normativa – RN 277, de 4 de novembro de 2011, que institui o Programa de Acreditação de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde.

Daniele Silveira, coordenadora de Indução à Qualidade da ANS, fez um panorama de como foi a fase I e apresentou as regras de funcionamento do grupo, bem como a portaria de formalização dos participantes e o cronograma de reuniões. Segundo ela, “o grande foco da discussão são os modelos considerados inovadores na remuneração. O trabalho dos subgrupos é fazer a discussão. Vamos dialogar sobre os próximos passos e fazer a construção das próximas fases”. A coordenadora também compartilhou com os representantes o e-mail e telefone de contato para dúvidas dos participantes e enfatizou que todas as reuniões são gravadas e ficam disponíveis no site da ANS.

Durante a reunião, os presentes tiraram dúvidas sobre os próximos passos e estabeleceram alguns critérios para o andamento da discussão do tema. A proposta é que os subgrupos tenham reuniões bimestrais. Segundo o cronograma, na fase II, haverá a definição da viabilidade dos modelos para cada tipo de prestador de serviço, com vistas a desenvolver uma metodologia de implementação a ser testada na fase III.

A previsão de conclusão dessa fase é agosto de 2018 e, na fase III, que deve ter duração de 12 a 18 meses, haverá a implementação de métodos desenhados na fase anterior, por meio de projetos pilotos de adesão voluntária.

Fonte: ANS


SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

Anunciadas novas parcerias para produção nacional de medicamentos para o SUS

Na última quinta-feira, 14 de dezembro, durante a 14ª reunião do Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde (GECIS), o ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou a aprovação de 25 novas parcerias para o desenvolvimento nacional de medicamentos essenciais para o Sistema Único de Saúde.

As Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) vão viabilizar a produção de 11 medicamentos sintéticos e cinco biológicos a serem usados para tratamento de doenças como hepatite C, câncer, artrite reumatóide e HIV. Ao todo, os laboratórios públicos apresentaram 80 propostas relativas aos 49 produtos considerados essenciais para o SUS.


Arquivo Fiocruz

São considerados essenciais os medicamentos usados no tratamento das doenças mais prevalentes no país, os importados, de alto custo ou judicializados. A previsão do ministério para a assinatura dos termos de compromisso é o primeiro trimestre de 2018. Os contratos terão prazo de conclusão da transferência de tecnologia de 10 anos.

A estimativa é que essas parcerias resultem em R$ 6,4 bilhões de investimentos públicos e privados na produção nacional de medicamentos ao longo da vigência dos acordos entre laboratórios públicos e privados. Segundo o Ministério da Saúde, os novos produtos serão negociados com preços até 70% menores que na última aquisição.

“Um dos exemplos é a negociação [do preço dos medicamentos] da hepatite C. Iniciamos em 2015 com 24 mil tratamentos e agora vamos para 50 mil tratamentos, que são os remanescentes diagnosticados de hepatite C. Estamos caminhando para um programa de erradicação a custo de US$ 3 mil o tratamento. Começamos com 9 mil dólares por tratamento”, disse o ministro.


Atualização

Atualmente, há 74 parcerias de desenvolvimento produtivos vigentes, que envolvem 18 laboratórios públicos e 43 privados. As PDPs ampliam o acesso a medicamentos ao viabilizar a transferência de tecnologias entre laboratórios privados e públicos e permitir a produção nacional de 44 medicamentos, cinco vacinas e 12 produtos para a saúde.

Durante o encontro também foram assinados 16 termos de compromissos com representantes dos laboratórios públicos Funed, Butantan, Tecpar, Bahiafarma e Fiocruz Biomanguinhos que atualizam antigas PDPs. A atualização dos acordos se faz necessária por diferentes razões, como a não concretização de investimentos previstos em plantas de fábricas ou como, por exemplo, o surgimento de novas tecnologias e medicamentos, o que gera a necessidade de troca de parceiro privado.

Os laboratórios envolvidos assumiram a incorporação de tecnologia dos medicamentos Bevacizumabe, Adalimumabe, Insulina, Etanercepte, Infliximabe, Rituximabe, Trastuzumabe, Somatropina e Filgrastim.

Fonte: Agência Brasil


DESTAQUE

ONA presta homenagens em evento realizado em São Paulo

Há 18 anos surgia no Brasil a ONA (Organização Nacional de Acreditação), primeira acreditadora com uma metodologia desenvolvida para ser adotada de Norte a Sul do país. Com o objetivo de homenagear àqueles que foram peças fundamentais na constituição desta história, a ONA presenteou com uma placa comemorativa seu fundador, Dr. Luiz Plínio Moraes de Toledo (1942 - 2015), por meio de sua esposa, Silvia Takeshita de Toledo, e de seu filho, Francisco Alves Correa de Toledo. Também receberam a homenagem as 14 primeiras organizações acreditadas em excelência presentes na cerimônia, que ainda mantêm o selo de acreditação. O evento aconteceu na quarta-feira (6/12), no espaço Gourmet Seguros Unimed – Rooftop, em São Paulo.


Dr. Cláudio José Allgayer, Sra. Silvia T. Toledo, Drs. Ivo G. Nascimento, Eduardo Oliveira, Reinaldo C Scheibe e Francisco A. C. Toledo.

“Ao longo desses anos de atuação, trabalhamos a cada dia para que a importância da acreditação seja discutida e disseminada em cada canto do país. Não é um trabalho fácil, por isso, cada um de vocês merece ser lembrado como elemento fundamental desse processo”, ressalta Dr. Cláudio Allgayer, presidente da ONA.

De acordo com Allgayer, eles foram fundamentais para que a ONA chegasse nesse ponto de maturidade em que se encontra. Dr. Luiz Plínio Moraes de Toledo, fundador da ONA e principal incentivador do Sistema Brasileiro de Acreditação, deve ser sempre lembrado por sua luta e empenho pela melhoria da qualidade no setor de saúde no Brasil.

Além disso, foram premiadas as organizações que estão há mais tempo acreditadas em excelência com uma placa comemorativa. “Elas mostram a importância de ser acreditado e da responsabilidade com a melhoria contínua e a segurança do paciente. Ficamos muito orgulhosos de elas manterem a qualidade e servirem de exemplo para tantas outras organizações”, avalia o presidente.




Presidente da ONA, secretário adjunto da FBH e tesoureiro da AHESP, presidente da AHESP e presidente da Abramge.

Em Goiânia, o Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo CRER foi quem recebeu a placa. Já em Manaus, foi o Hospital Adventista de Manaus. A região nordeste também esteve presente: em João Pessoa/PB, o Hospital Alberto Urquiza Wanderley; em Olinda/PE, o Hospital Esperança Olinda; em Salvador/BA, o Hospital Jorge Valente; em Juazeiro do Norte/CE, o Hospital Regional do Cariri; em Aracaju/SE, o Hospital São Lucas; em São Luis/MA, o UDI Hospital .

Na região sudeste, o Hospital Santa Paula de São Paulo/SP; em Ipatinga/MG, o Hospital Márcio Cunha; na Serra/ES, o Vitória Apart Hospital em Volta Redonda/RJ, o Hospital Vita foram os que também receberam a homenagem.

Na região Sul, o Centro Hospitalar Unimed, de Joinville/SC e o Hospital Unimed Caxias do Sul, de Caxias do Sul/RS também foram homenageados.

Fonte: ONA


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