AtualAnteriores → Edição nº 53

INFORM@TIVO

 

EDITORIAL

 

PESQUISA DE IMPLANTAÇÃO DA TISS 3.00 NO ESTADO DE SÃO PAULO

Neste mês de junho, a AHESP realizou uma pesquisa para checar o estágio atual de implantação da nova versão da TISS 3.00 junto aos hospitais do estado de São Paulo, lembrando que o padrão entrará em vigor em 30 de novembro deste ano.

Embora o levantamento tenha sido enviado para todos os hospitais do estado, apenas 41 deles responderam. Compilados os dados, os resultados são preocupantes e, por isso, a AHESP quer compartilhá-los, chamando a atenção dos gestores hospitalares para a importância do processo e de implantá-lo em tempo hábil para solucionar eventuais problemas, sanar dúvidas etc.

Confira os resultados:


A equipe de TI do hospital ainda não tomou conhecimento da nova versão da TISS

7%

A equipe de TI do hospital já tomou conhecimento da nova versão da TISS, porém ainda não iniciou nenhum trabalho para sua implantação.

40%

A equipe de TI do hospital já tomou conhecimento da nova versão da TISS e já iniciou o trabalho para sua implantação

53%

Tempo estimado para término da implantação e início dos testes:

1 mês

0%

2 meses

20%

3 meses

32%

Mais de 3 meses

48%

A equipe de TI do hospital já terminou a implantação, porém ainda não iniciou a fase de testes.

0%

A equipe de TI do hospital já tomou conhecimento da nova versão da TISS e já iniciou o trabalho para sua implantação

53%

A equipe da área comercial/operacional ainda não tomou conhecimento da nova versão da TUSS.

11%

A equipe da área comercial/operacional já tomou conhecimento da nova versão da TUSS, porém ainda não iniciou nenhum trabalho para sua conversão/implantação.

43%

A equipe da área comercial/operacional já tomou conhecimento da nova TUSS e já iniciou o processo para sua conversão/implantação.

42%

Tempo estimado para término da conversão/implantação e início de testes

1 mês

0%

2 meses

1%

3 meses

38%

Mais de 3 meses

61%

A equipe da área comercial/operacional já terminou o processo de conversão/implantação, porém ainda não iniciou a fase de testes.

2%

A equipe da área comercial/operacional já terminou o processo de conversão/implantação e já iniciou a fase de testes

2%

Até a próxima!


Eduardo de Oliveira
Presidente

 

 

É NOTÍCIA – SETOR

 

SANTAS CASAS: APOIO FINANCEIRO EM TROCA DE MAIS ATENDIMENTO

No último dia 21, o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou que o governo federal dará apoio financeiro às santas casas e hospitais filantrópicos, em troca da ampliação e melhoria do atendimento. Segundo ele, a medida é para enfrentar um problema histórico das dívidas tributárias acumuladas ao longo dos anos. “Queríamos inovar na proposta. Não é refinanciamento da dívida, em que se tem que contrair novos empréstimos. É a troca da dívida por mais atendimento no SUS à população”, disse.

Para usar o benefício, o gestor da Santa Casa deve apresentar ao Ministério da Saúde um contrato firmado com o município ou o estado, um programa com a previsão de atendimento adicional e de recuperação financeira das entidades. A medida será encaminhada, em caráter de urgência, por projeto de lei ao Congresso Nacional e os filantrópicos têm até o final de dezembro para aderir ao programa.

Nossa proposta está em sintonia com que estão falando nas ruas de ampliar o investimento na saúde. Eu sinto que o que os jovens falam é 'queremos melhoria do serviço público'. A medida visa, além de realocar mais recursos, a dar maior qualidade no atendimento”, destacou Padilha.

Fonte: Agência Brasil

 

ENTIDADES REPUDIAM IMPORTAÇÃO DE MÉDICOS E PODEM IR À JUSTIÇA

No sábado, 22 de junho, as entidades médicas nacionais – AMB, ANMR, CFM e Fenam – divulgaram nota de repúdio ao anúncio da presidente Dilma Roussef de trazer médicos de outros países para ampliar o atendimento no SUS e ameaçam ir à Justiça para impedir a entrada dos estrangeiros. Em carta aberta aos médicos e à população brasileira, manifestaram preocupação e afirmaram que o “caminho trilhado é de alto risco e simboliza uma vergonha nacional”.

Para as entidades, a medida “tem valor inócuo, paliativo, populista, esconde os reais problemas que afetam o SUS: falta de leitos, de medicamentos, de ambulâncias, más condições dos hospitais”. Além disso, cobram ações e recursos para a área de saúde.

De acordo com reportagem da revista Veja, a medicina de Cuba é uma das mais atrasadas do mundo, embora produza médicos em proporções industriais. “A incompetência dos médicos de Cuba já foi atestada no Brasil. Nos últimos dois anos, apenas 5% dos profissionais com diploma cubano que vieram para cá passaram na prova do Revalida...”, publicou.

Fonte: Agência Estado e revista Veja

 

PAÍS PRODUZIRÁ 14 MEDICAMENTOS ATRAVÉS DE PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS

Até 2017, 14 medicamentos voltados a doenças como câncer, artrite reumatoide e diabetes terão produção nacional. O anúncio de um pacote de 27 parcerias entre laboratórios públicos e privados foi feito pelo Ministério da Saúde que, também, divulgou a instalação de uma fábrica com nova tecnologia, no Ceará, para produção de um medicamento contra a doença de Gaucher e da vacina da febre amarela.

Já o medicamento usado no combate à principal leucemia da infância (L-asparaginase), sob risco de desabastecimento no início deste ano, terá fabricação nacional até 2015. A produção será da Fiocruz em parceria com dois laboratórios internacionais.

As parcerias anunciadas devem resultar em uma economia anual de R$ 225 milhões.

Fonte: Folha de S. Paulo

 

 

 

É NOTÍCIA – ASSOCIADOS

 

SANTA CASA OFERECE REPRODUÇÃO ASSISTIDA GRATUITA

A Santa Casa de São Paulo ganhou um programa de reprodução assistida e está oferecendo o tratamento pelo SUS, ou seja, atendendo gratuitamente mulheres com dificuldades para engravidar. Os especialistas do hospital realizam as consultas, fazem o acompanhamento médico e receitam a medicação necessária. Já a manipulação dos medicamentos em laboratório é feita pelo Projeto Alfa.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, a infertilidade atinge 278 mil casais e somente outros seis centros oferecem este tipo de procedimento gratuito no país. As interessadas devem comparecer ao Complexo Santa Casa para participar da triagem.

Fonte: Saúde Web

 

SÍRIO-LIBANÊS CAPACITARÁ GESTORES DOS UNIVERSITÁRIOS

A partir de um modelo de excelência em atenção à saúde e gestão hospitalar, gestores dos hospitais universitários federais serão capacitados pelo Síro-Libanês. A cooperação com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) foi firmada no último dia 17 de junho e, entre as áreas de capacitação, estão legislação de gestão de pessoas em saúde, gestão clínica e hospitalar, humanização do atendimento, adequação às normas e legislação do SUS, hotelaria hospitalar, gestão de obras, engenharia clínica e processos de regulação.

A primeira etapa do projeto prevê a participação de um grupo de 100 profissionais indicados por dez hospitais universitários, que serão multiplicadores da metodologia para as demais unidades. O programa terá duração de 10 meses, com encontros presenciais e atividades à distância e, ao final, os hospitais terão desenvolvido seus respectivos Planos Diretores.

Fonte: Saúde Web

 

HOSPITAL DE BARRETOS TEM TESTE GENÉTICO GRATUITO

Exames de mutações BRCA1 e BRCA2 estão sendo oferecidos gratuitamente a pacientes do SUS pelo Hospital de Câncer de Barretos, através do departamento de Oncogenética. Enquanto em outras instituições o exame – que pode chegar a custar R$ 8 mil – é disponibilizado para pacientes em protocolos de pesquisas, em Barretos, se há suspeita de câncer hereditário, a paciente é avaliada e faz o teste. Em caso de resultado positivo, o exame é oferecido inclusive a outros familiares.

O teste é financiado pela Fundação Pio 12, gestora da instituição, e o acompanhamento das pessoas com maior risco de câncer é feito com consultas e exames no próprio hospital. A retirada preventiva de mamas ou ovários também está sendo oferecida.

Fonte: Folha de S. Paulo

 

 

ACREDITAÇÃO

 

ONA ATINGE MARCA INÉDITA DE MIL CERTIFICAÇÕES


Com a homologação da certificação do Laboratório Gama, de São Mateus/ES, no último dia 19 de junho, a Organização Nacional de Acreditação atinge a marca inédita de mil acreditações concedidas a partir da sua criação, em 1999. Desde o início, a certificação dos serviços de saúde teve como características o caráter voluntário e a melhoria contínua, como lembra o presidente da ONA, Luiz Plínio Moraes de Toledo. E a metodologia adotada pelo Sistema Brasileiro de Acreditação acabou se revelando um estímulo para o aprimoramento das instituições certificadas, como mostram os primeiros hospitais acreditados e que, ao longo dos anos, buscaram a recertificação, avançando nos níveis de Segurança, Gestão Integrada e Excelência em Gestão.

O próprio  Laboratório Gama, que está na quarta recertificação e atualmente ostenta o Nível 3 (Acreditado com Excelência), é um exemplo das Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde que adotam a cultura da qualidade e da melhoria permanente. O Hospital Santa Paula, o primeiro no Estado de São Paulo a ser acreditado pela ONA (em setembro de 2001), é outro exemplo de aprimoramento ao longo dos anos: alcançou o Nivel 3 em 2008 e recentemente realizou sua sexta certificação.

Segundo o setor de qualidade do Santa Paula, desde o início a instituição entendeu que o programa representava uma importante ferramenta para a melhoria da qualidade e segurança assistencial. "Aderimos ao programa de certificação, antevendo os benefícios em oferecer o melhor nível e qualidade aos pacientes que procuram nossos serviços".

Em Ribeirão Preto, outra instituição paulista se encontra entra as pioneiras a obter a certificação SBA/ONA. Trata-se do Hospital São Lucas, acreditado desde novembro de 2001, que obteve o Nível 3 na sétima certificação, em agosto de 2012.
Fundado a partir da associação de Professores e Médicos da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, o hospital tem atuação preferencial em procedimentos de alta complexidade. "Com larga abrangência no mercado de saúde suplementar no interior do Estado, somos reconhecidos em toda a região como um dos principais prestadores de serviços médico-hospitalares, com qualidade e segurança", resume seu representante.

Criado no mesmo ano em que a ONA foi instituída, o Hospital Regional Unimed Fortaleza (HRU) é mais um participante do sistema desde o início. O hospital foi acreditado pela primeira vez em 8 de março de 2002, está na sexta certificação e vem crescendo em estrutura e corpo clínico, com uma trajetória marcada por excelência na prestação de assistência em saúde, obtenção de prêmios e reconhecimento. "O HRU é o maior hospital de todo o Sistema Unimed no Brasil e o único no Ceará a contar com o Nível 3 da ONA, o que significa excelência em qualidade de atendimento e segurança ao paciente."

O HRU é referência em procedimentos de alta complexidade no Ceará e o único hospital privado de Fortaleza com autorização do Ministério da Saúde para a realização de transplantes renal. "Em reconhecimento pelas práticas que vem desenvolvendo para redução de riscos ao paciente, tempo de internação e a taxa de mortalidade, o hospital foi escolhido pelo Instituto Qualisa de Gestão (IQG), uma das Instituições Acreditadoras Credenciadas pela ONA, para ser um dos 12 hospitais líderes do Programa Brasileiro de Segurança do Paciente", lembra o setor de Qualidade.

Em outro extremo do País, o Hospital Mãe de Deus, de Porto Alegre, também é acreditado pela ONA desde março de 2002 e também está na sua sexta certificação, com Nível 3. Segundo seus gestores, "ao longo dos anos o Mãe de Deus tornou-se uma referência no atendimento médico-hospitalar de alta complexidade, fazendo parte de uma nova geração de hospitais, que se especializa sem parar e evolui na mesma velocidade dos avanços da medicina".

Colocado entre as instituições de saúde que mais crescem em qualidade e quantidade de serviços e produtos assistenciais disponibilizados à comunidade, corpo clínico especializado e os melhores recursos tecnológicos para a saúde, é reconhecido pelo modelo de gestão inovador. Além disso, o Hospital Mãe de Deus mantém convênios firmados com o Ministério da Saúde e com a Secretaria de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul, através dos quais transfere conhecimento técnico para as instituições que administra no interior do estado.

Localizado no interior de São Paulo, desde a sua criação o Hospital Estadual Sumaré (HES) coleciona prêmios e certificações inéditas para uma instituição de saúde pública brasileira. Com apenas dois anos de funcionamento, foi considerado um dos 10 melhores hospitais do país e o mais bem avaliado pelos pacientes, garantindo o prêmio de Qualidade Hospitalar. Sua primeira certificação ONA ocorreu em setembro de 2002, transformando o HES  no primeiro serviço acreditado entre os hospitais públicos do Estado de São Paulo e o segundo entre hospitais públicos no Brasil. Em julho de 2006, o Hospital Estadual Sumaré conquistou o nível mais importante da certificação: a Acreditação com Excelência, o que lhe consagrou como um dos três melhores hospitais públicos do país.

Por ser um hospital que nasceu moderno e com uma filosofia de funcionamento diferenciada, as medidas baseadas em metas de produtividade foram determinantes na criação de uma Cultura de Qualidade no HES, que está na sexta certificação. Construído para ser uma unidade hospitalar integrada à rede pública de saúde, a instituição vinculada à Unicamp presta atendimento à população de cinco municípios da microrregião de Campinas: Americana, Hortolândia, Monte Mor, Nova Odessa, Santa Bárbara do Oeste e Sumaré, assegurando uma assistência humanizada e de qualidade.

O Hospital Carlos Chagas, em Guarulhos, foi o 7º hospital no Estado de São Paulo e o 15º no Brasil a receber o certificado da ONA, em novembro de 2002. Atualmente, a instituição comemora o nível 2 e considera que a obtenção da 5ª certificação é a certeza de que caminha na direção correta da cultura da qualidade, buscando a melhoria constante dos procedimentos e ações voltadas aos pacientes.

De acordo com o diretor presidente do Escritório de Qualidade do HCC, Eduardo Kamei Yukisaki, “já estamos há mais de 10 anos com a Acreditação no Hospital, com uma equipe altamente qualificada voltada somente para a Qualidade e equipes multidisciplinares que trabalham neste sentido”. Segundo ele, a última recertificação foi realizada sem a necessidade de nenhuma melhoria, ou seja, o HCC atendeu todas as exigências, em todos os quesitos, o que demonstra o amadurecimento da instituição, que incorporou várias ações resultando em maior segurança e qualidade para com o paciente.

O escritório da qualidade do HCC traça os próximos passos da instituição, com o objetivo de conquistar o ultimo degrau da certificação da qualidade, o nível 3, que é a certificação máxima da ONA.

Também classificado no Nível 2 e na sua 5ª certificação, o Hospital do Rim e Hipertensão, de São Paulo, obteve a primeira certificação ONA em março de 2003, apenas cinco anos após sua criação. A unidade faz parte do Instituto Paulista de Estudos e Pesquisas em Nefrologia e Hipertensão, que tem como objetivo o ensino e a assistência, dentro do complexo Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e Hospital São Paulo.

" Sua concepção foi fundamentada na assistência à saúde, ensino de graduação, pós-graduação, pesquisa clinica, capacitação e atualização permanente de profissionais da área, o que coincide com alguns dos pricípios da acreditação, como a atualização e melhoria continua". Voltado a atendimento de pacientes, com doenças nefro-urologicas e cardiovascular, o Hospital do Rim atualmente é responsável, junto com o Hospital São Paulo, pela captação do órgão para transplante na região Sul da Grande São Paulo, Santos e Baixada Santista.

Certificado a partir de junho de 2003, o Hospital e Maternidade Monte Sinai, de Juiz de Fora, lembra que foi o primeiro a receber a Acreditação Hospitalar em Minas Gerais. Pioneiro em técnicas e inovações tecnológicas, o Hospital oferece os recursos mais avançados para todo tipo de tratamento e atendimento a urgências.

Em sua quarta certificação e classificada atualmente com o Nível 3, a instituição é referência para 150 municípios, inclusive de outros estados. Contando com uma equipe altamente qualificada, atendendo desde uma consulta ou um exame de rotina até cirurgias de grande porte, o hospital oferece mais de mil profissionais trabalhando com apoio de um centro de diagnóstico e terapia completo.

Por essas razões o setor de Qualidade da instituição criou o programa "Portas Abertas", que registra interesse permanente de empresas em conhecer a forma de organização do hospital e sua trajetória em busca da excelência. As visitas são semanais e acompanhadas pelas gerências de cada setor, que detalham os processos e apresentam os ambientes da unidade, despertando interesse pelos avanços obtidos a partir da acreditação.

Apesar de localizar-se no interior de Minas Gerais, o Hospital Márcio Cunha, de Tabatinga, acreditado desde julho de 2003,  foi o primeiro serviço desse tipo a obter a certificação com excelência (Nível 3) da ONA. Hoje na quarta certificação, o Hospital comemora o fato de ser referência regional para todo o Leste do Estado, atendendo pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), de convênios e particulares.

Além disso, o Hospital Márcio Cunha faz parte do Sistema Estadual para Atendimento de Urgência/Emergência, Atendimento a Gestantes de Alto Risco, Serviços de Diálise, Transplante Renal e Serviços de Oncologia.

Entre as três instituições que receberam homologação de mais um processo de certificação nos últimos dias, contribuindo para que a ONA registre a marca histórica de mil acreditações concedidas, o Hospital Vera Cruz comemora a obtenção do nível de excelência  em todos os processos, assegurando a Acreditação com Excelência - Nível 3. A direção da instituição considera que "a acreditação com excelência é a confirmação de que o Hospital Vera Cruz apresenta um sistema de gestão otimizado e eficiente, com melhoria contínua nas atividades e adoção de práticas cada vez mais seguras". 

De acordo com a gerente do Serviço de Gestão da Qualidade, Diana Lobo, os principais benefícios são a garantia da alta  qualidade no atendimento ao paciente, além de um ambiente com menos risco para todos  que circulam  na instituição.

" A equipe de avaliadores destacou alguns fatores para o sucesso da certificação, entre os quais  a sinergia e o comprometimento dos colaboradores envolvidos. Além destes, outros pontos mereceram destaque positivo, como  a presença de especialistas em neurologia  e emergência  24 horas no Pronto Atendimento,   segurança na gestão de documentos, a acessibilidade à alta direção e a reestruturação da Clínica da Dor", afirma a gerente.

Na busca constante pela excelência no atendimento e a segurança do paciente, em Taubaté, o Hospital Regional Vale do Paraiba, acreditado pela primeira vez em 2011, conquistou, em pouco mais de um ano, a nova Certificação de Qualidade pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), desta vez com nível 2 – “Acreditado Pleno” e também está entre as instituições que tiveram homologação nos últimos dias.

" A ONA é a maior entidade de reconhecimento de qualidade em saúde no Brasil. O upgrade coloca o Hospital Regional na lista restrita de hospitais com reconhecimento pela entidade. Atualmente, pouco mais de 150 hospitais no país possuem Certificação junto à ONA", destaca a diretoria.

Para os representantes do hospital, a certificação é resultado de um trabalho intenso para a padronização, agilidade e segurança de todo o atendimento. E a Gestão da Qualidade é um diferencial da Instituição, que cria “barreiras de segurança”, através de protocolos de prevenção, sendo estes medidas para evitar e gerenciar riscos.

" O processo de Acreditação é educativo e promove o crescimento da Instituição, vindo a beneficiar pacientes, médicos, colaboradores e comunidade, mas, o mais importante: cria uma política constante de avaliação em saúde, com melhoria dos processos administrativos e assistenciais. Com reconhecimento em várias especialidades, a equipe trabalha de forma integrada e em sintonia com a nossa Missão: Cuidar de vidas de forma ética, com respeito ao ser humano, unindo qualidade na assistência e compromisso social."



Eli Serenza
Assesora de Imprensa ONA



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