AtualAnteriores → Edição nº 65

INFORM@TIVO

 

INSTITUCIONAL

 


CONFRATERNIZAÇÃO REÚNE REPRESENTANTES DO SETOR

Representantes de hospitais da Capital e do Interior, de importantes entidades do setor saúde, assessores e parceiros estiveram prestigiando o almoço de confraternização da Associação dos Hospitais do Estado de São Paulo, no último dia 12, no restaurante Jardineira Grill.

À esq.: Volney Waldivil Maia (FBH e AHESP), Cyro e Vera França (Link). À dir.: Maurity Gonçalves de Freitas (diretor executivo AHESP) e Eduardo de Oliveira (presidente da AHESP).
À esq.: Luiz Gonçalves, Roberto Cavalieri Costa e Maurity Freitas. À dir.: Jamir V. das Neves, Hélio Borin, Maria Izabel de Aguiar e Paulo Pires.


















Além das presenças do Dr. Luiz Aramicy e do Sr. Luiz Fernando, presidente e superintendente da Federação Brasileira de Hospitais, respectivamente, prestigiaram o convite da AHESP também o presidente da Abramge, Dr. Arlindo de Almeida; o secretário do Sinamge, Dr. Alexandre Lourenço; o diretor da AMIL, Dr. Reinaldo Scheibe; representantes da Link, de Brasília, Cyro e Vera França, entre outros.

À esq.: José Antonio Cecchia, Rubens Covello (IQG) e,Volney Maia. À dir.: Alexandre Lourenço (Sinamge), Arlindo de Almeida (Abramge) e Eduardo de Oliveira.
Luiz Fernando e Luiz Aramicy, da FBH e Marco Antonio Silva, do Hospital Dr. Cristóvão da Gama, que é conselheiro da AHESP.

















Apesar de ter sido este mais um ano bastante difícil para o setor de saúde de todo país, o almoço foi marcado por um clima de descontração e confraternização, quando todos puderam brindar o fechamento de mais um ciclo de atividades, reiterar o compromisso de buscar vencer os desafios impostos a todos e, especialmente, renovar as esperanças de dias melhores.

Luiz Fernando e Luiz Aramicy, da FBH e Marco Antonio Silva, do Hospital Dr. Cristóvão da Gama, que é conselheiro da AHESP.
À esq.: Rosany Paparelli (360 Brasil), Ricardo Ramires (Assessoria Jurídica) e Angela Alonso (Alonso Auditoria). À dir.: Dagoberto J. S. Lima (Assessoria Jurídica) e Wagner Barbosa (Somatória).
À esq.: Luiz Aramicy Bezerra Pinto (FBH). À dir.: Reinaldo Scheibe (AMIL); Luiz Plínio Moraes de Toledo (ONA); Renato Sargo e Simão Raskin (diretores da AHESP Regional Campinas).
































Caso ainda não tenha visto a mensagem de final de ano da AHESP, clique aqui.

É NOTÍCIA - SETOR

 

ANS AUMENTA COBERTURA OBRIGATÓRIA PARA DOENÇAS GENÉTICAS

No último dia 12, a ANS publicou a norma técnica 876/2013, que amplia a cobertura obrigatória dos planos de saúde para exames de 29 doenças genéticas, definindo critérios para uso de tecnologia e tratamento. A medida começará a valer a partir do dia 2 de janeiro de 2014, assim como o novo rol de procedimentos, e foram acertadas, no total, 22 normas relacionadas à assistência, tratamento e aconselhamento, tendo como uma das exigências que o exame seja prescrito por um geneticista.

Entre os novos exames, está análise dos genes BRCA1/BRCA2 (detecção de câncer de mama e ovário), teste para diagnóstico da Síndrome de Lynch (câncer hereditário que atinge principalmente cólon e reto), hemofia A e B e doenças relacionadas ao gene FMR1. De acordo com a gerente de Atenção à Saúde da ANS, Karla Coelho, a realização desses exames só será liberada quando esgotadas outras tentativas de diagnóstico.

A lista com as doenças abrangidas pela norma pode ser conferida em www.ans.gov.br

Fonte: ANS e Folha de S. Paulo




PREFEITURA DE SP COMPRA HOSPITAL SANTA MARINA

Ao inaugurar o primeiro posto da Rede Hora Certa, no dia 11 de dezembro, na Freguesia do Ó, o prefeito Fernando Haddad confirmou que o Hospital Santa Marina, comprado pela Prefeitura de São Paulo, será a primeira unidade pública a ser entregue à população na sua gestão e a previsão é para o primeiro semestre de 2014.

Em agosto, o grupo Amil tinha comprado o hospital, que estava desativado desde 2011. No entanto, a prefeitura decretou o imóvel como de interesse público e adquiriu o prédio por cerca de R$ 60 milhões. A unidade terá 300 leitos, será gerida pelo Hospital Albert Einstein com recursos do SUS e, para reabri-la, serão usados recursos do PROADI-SUS (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS).

A construção de três hospitais até o final de seu mandato, em 2016, foi uma das promessas de campanha de Haddad e a entrega consta do Programa de Metas da atual gestão. Para tanto, estão previstas licitações de outros dois hospitais: um em Parelheiros e outro em Brasilândia. O prefeito, contudo, não descarta a construção de uma unidade na Zona Leste.

Fonte: Portal G1




PROMOÇÃO DE SAÚDE NO AMBIENTE DE TRABALHO

A ANS, em parceria com a OPAS, elaborou a tradução e adaptação para a cultura brasileira de um importante instrumento de pesquisa desenvolvido pelo Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. Disponível para a utilização de profissionais de saúde no Brasil, o formulário tem o objetivo de ajudar empregadores a avaliar seus programas de promoção da saúde, identificar lacunas e priorizar intervenções de alto impacto para prevenir doenças crônicas.

Elaborado no âmbito do Laboratório de Inovação Assistencial na Saúde Suplementar, sob a coordenação do médico Alberto Ogata e das professoras Patrícia Soarez (USP) e Rozana Ciconelli (Unifesp), o formulário é respondido pelos responsáveis pelos programas e inclui perguntas sobre as principais ações que podem ser tomadas no ambiente de trabalho para a promoção da saúde dos funcionários. As questões abordam 12 temas: apoio organizacional; controle do tabaco; nutrição; atividade física; controle de peso; gestão do estresse; gestão da depressão; pressão arterial elevada; colesterol elevado; diabetes; sinais e sintomas de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral; e resposta de emergência para ataque cardíaco e derrame.

Os profissionais de saúde brasileiros têm agora um importante instrumento – o primeiro disponível com este escopo em língua portuguesa – para colaborar na promoção de saúde nas empresas. Muitos trabalhos que comprovam que os programas de promoção da saúde e prevenção de doenças realizados no ambiente de trabalho trazem resultados relevantes para a qualidade de vida das pessoas”, ressalta a gerente de Monitoramento Assistencial da ANS, Kátia Audi.

Fonte: ANS


É NOTÍCIA - ONA

 

AVANÇOS NO NOVO MANUAL DE ACREDITAÇÃO

O Manual Brasileiro de Acreditação das Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde – versão 2014, da Organização Nacional de Acreditação (ONA), traz avanços expressivos. Entre as melhorias, está a formulação mais apurada de padrões e requisitos, permitindo maior clareza e objetividade nas seções e subseções.

O novo manual incorpora também conceitos emitidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como a taxonomia utilizada internacionalmente e as diretrizes para a segurança do paciente, a partir de um processo constante de identificação e gestão de risco que permita seu controle contínuo. Os avanços obtidos contribuíram para que o manual recebesse a certificação internacional da ISQua, em agosto último.

As seções do manual agora são cinco:


Gestão e Liderança, que ganhou mais uma subseção, passando de cinco para seis, com a incorporação da estrutura físico-funcional;
Atenção ao Paciente/Cliente, com subseções reduzidas de 19 para 15;
Diagnóstico e Terapêutica, seção renomeada, que passa de cinco para nove subseções;
Apoio Técnico, que mantém quatro subseções; e
Abastecimento e Apoio Logístico, com a redução de cinco para quatro subseções.

As inovações incluem as dimensões da qualidade (aceitabilidade, adequação, efetividade, eficácia, eficiência, equidade, integralidade e legitimidade), que orientam o desempenho organizacional em relação aos padrões e devem estar presentes em todos os processos. Destacam-se também as alterações nos fundamentos da gestão em saúde, reduzidos de 11 para nove, mas apresentando maior objetividade: visão sistêmica, liderança, orientação por processos, desenvolvimento de pessoas, foco no paciente, foco na segurança, responsabilidade socioambiental, cultura da inovação e melhoria contínua.

O foco na segurança e o cuidado centrado no paciente, reforçando a importância de sua participação e dos familiares nas decisões sobre seu tratamento, a identificação das necessidades em relação ao atendimento e a continuidade do cuidado em todos os processos organizacionais relacionados também são abordados de forma mais direta, ganhando maior ênfase no manual.

A administração segura de medicamentos e a assistência farmacêutica, por sua vez, passam a ser avaliados em todos os processos assistenciais; o mesmo acontecendo com o programa de higienização das mãos e as medidas de cirurgia segura, que devem estar em pleno funcionamento na organização de saúde que busca a certificação.

Para adquirir o novo manual acesse a loja virtual no portal ONA – www.ona.org.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa ONA



ASSESSORIA JURÍDICA

 

POSTERGAR É PRECISO

Nós, que militamos no setor da saúde suplementar, estamos acostumados a acompanhar, diuturnamente, a ingerência da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que, provavelmente, com a melhor das intenções, interfere de maneira exaltada sobre o mercado.

Mas, como procuramos sempre ser justo em nossas análises e práticas, aproveitamos este espaço para enaltecer uma determinação recente do órgão regulador. Quando chega a nós a informação de que a Agência tomou uma atitude positiva, defendemos a posição; quando percebemos uma incongruência ou um posicionamento errado, divergimos e mostramos o erro.

Com a Resolução Normativa 341, de 27 de novembro de 2013, que posterga o prazo final de implementação do padrão TISS 3.0, que seria no último dia 30 de novembro de 2013, para 30 de maio de 2014, foi tomada uma decisão, por parte dos burocratas, em direção ao entendimento com os entes de mercado e em direção ao bom senso.

A nossa posição sobre o tema TISS 3.0 é, pelos membros do mercado de saúde suplementar, bastante conhecida. Demonstramos, em artigo publicado ainda neste ano em veículos especializados, que, apesar de ser uma intervenção direta nos processos privados de empresas e entidades provedoras de assistência médico-ambulatorial, a criação de padrões efetivamente universais no microcosmo brasileiro de saúde é algo salutar.

Para clarificar nossa posição, expliquemo-nos. Os diversos players do mercado em questão, ou seja, os beneficiários de planos de saúde e governo, necessitam de uma comunicação rápida, prática e resoluta.

Não há nada melhor para isso do que um idioma padrão. No final das contas, o padrão TISS 3.0 é isso: um bom idioma para o mercado.

Não obstante, a prudência na aplicação desse padrão faz-se necessária, para que o remédio não seja transmutado em veneno, um tratamento de choque, uma mudança abrupta, uma blitzkrieg pela implementação relâmpago das novas normas informacionais que apenas traria mais caos ao olho do furacão desse nosso agitado métier.

Especialmente para as empresas de médio e pequeno porte, a curva de aprendizado deste novo tópico é menos acentuada, e impinge um gasto maior de tempo e dinheiro. Por uma questão de equidade e senso-comum, a decisão de alargar o prazo final da data limítrofe para que todos estejam afinados com a nova linguagem mostrou-se acertada.

Essa ampliação do prazo mostra-se necessária também pelo motivo de que a troca de dados entre os próprios membros do mercado é a profissão de fé do padrão TISS. Logo, não se trata de um jogo de soma zero, mas de um acordo de cavalheiros entre as empresas concorrentes, em direção a um bem comum. Por isso, em nosso modo de ver, a ANS acertou neste caso.

Dr. Dagoberto José Steinmeyer Lima
Consultor Jurídico da FBH e da AHESP

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