AtualAnteriores → Edição nº 78

INFORM@TIVO

 

EDITORIAL

 

CURSO AHESP DEIXA PARTICIPANTES COM GOSTINHO DE “QUERO MAIS”!


Ciente da importância dos processos de conscientização ambiental e da implantação do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) para definirem boas práticas na administração hospitalar, além de atenderem a imposições legais, a AHESP convidou dois especialistas para ministrarem o curso do mês de julho: o Dr. Edison Ferreira da Silva e a Enfermeira Sueli Bavaresco Corraro.

Tendo como proposta abordar regras de elaboração do plano, práticas de gestão de resíduos e processos de capacitação de colaboradores de estabelecimentos de saúde, o curso reuniu 18 participantes de hospitais associados e não associados, no auditório da entidade, no último dia 24.


Além de avaliarem os instrutores como bem preparados e muito entrosados, os participantes consideraram o conteúdo de muita aplicabilidade, 100% objetivo e as exposições bem claras. Devido à abrangência e importância do tema, vários alunos sugeriram novos eventos, inclusive com carga horária maior e até mesmo com a possibilidade de visitas técnicas.

A AHESP gostaria de agradecer a todos os participantes por terem respondido à ficha de avaliação, contribuindo assim para o aprimoramento e planejamento de eventos futuros, lembrando que, no dia 21 de agosto, estará ministrando o CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA COLETORES DE RESÍDUOS HOSPITALARES. Confira as informações, clicando aqui.

Depto. Comunicação AHESP




EM PAUTA

 

NOVOS PASSOS EM DEFESA DA SEGURANÇA DO PACIENTE

No último mês de junho, a Comissão Europeia divulgou dados do inquérito Eurobarômetro realizado entre novembro e dezembro do ano passado e, também, da consulta pública feita do último mês de 2013 a fevereiro de 2014. Os levantamentos mostram que 53% dos europeus consideram a possibilidade de sofrer danos causados pelo atendimento em hospitais de seu país, 90% acham que a segurança dos doentes é um problema na União Europeia e 27% afirmam já ter sofrido ou ter um familiar que sofreu um evento adverso.

Um dos resultados que mais chamou atenção, no estudo que contou com a participação de aproximadamente 30 mil pessoas, foi o aumento do número de notificações de eventos adversos, que saltou de 28% em 2009 para 46%, sendo que, na maioria dos casos, nada foi feito. Para 72% dos entrevistados, seria positivo ampliar ações em prol da segurança que incluissem a qualidade dos cuidados como um todo.

Para conhecer os dados do inquérito Eurobarômetro, em português, clique aqui

Já no Brasil, duas novidades foram anunciadas neste mês de julho: um novo portal e a instalação de uma Câmara Técnica.


Para criar uma mudança fundamental na cultura dos hospitais, em 2008, foi criado o Programa Brasileiro de Segurança do Paciente, uma iniciativa do Instituto Qualisa de Gestão (IQG), maior acreditadora do país, junto com organizações mundiais, como IHI e CPSI, com uma abordagem que combina componentes de movimentos sociais e aspectos de melhoria dos serviços.

O PBSP reproduz no Brasil as conquistas já obtidas em outros programas internacionais, mas com um grande diferencial, que é tornar-se a única plataforma de banco de dados nacional sobre informações estruturadas de qualidade e segurança do paciente. Seu objetivo central é promover uma rede de informações e comunicação entre os Hospitais Multiplicadores e Integrantes, para a troca de experiências, disseminação das melhores práticas, estruturação de protocolos e capacitação de equipes multidisciplinares, através de uma plataforma webservice. Para tanto, acaba de lançar um novo portal: www.segurancadopaciente.com

Com ênfase no ato médico, o Conselho Federal de Medicina acaba de instalar a Câmara Técnica de Segurança do Paciente. Sob a coordenação do 3º vice-presidente, Emmanuel Fortes, o grupo pretende normatizar as atividades de segurança do trabalho do médico, de modo a subsidiar hospitais, CRMs e seus departamentos de fiscalização.

São medidas simples e universais, como a lavagem das mãos, até a infraestrutura necessária para a execução e controle de seu ato especializado”, apontou o coordenador da Câmara Técnica, que é composta por Alfredo Guarischi, Miguel Cendoroglo Neto, João Lucena Gonçalves, Desiré Carlos Callegari e Evandro Tinoco Mesquita.

Fonte: ONA, IQG e CFM


É NOTÍCIA - SETOR

 

ENTIDADES MINEIRAS DENUNCIAM SITUAÇÃO DOS SERVIÇOS RESIDENCIAIS TERAPÊUTICOS


Na semana passada, o Fórum Mineiro da Saúde Mental e a Associação dos Usuários dos Serviços de Saúde Mental de Minas Gerais (ASUSSAM), denunciaram publicamente e exigiram providências quanto à atual situação dos Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT´s) de Belo Horizonte.

Em carta ao Secretário Municipal de Saúde, Dr. Fabiano Geraldo Pimenta Júnior, as entidades registraram que os adiamentos dos repasses financeiros da Secretaria Municipal de Saúde às instituições conveniadas responsáveis pela manutenção dos SRT´s se agravaram nos últimos seis meses. Como resultado, além dos atrasos nos pagamentos de salários e da falta de manutenção das casas, moradores frequentemente têm arcado com despesas, através de seus próprios recursos.

Detalhando a situação, citando a legislação que trata dos recursos financeiros para manutenção das residências e questionando a não aplicação específica, o documento exige, por parte do poder público municipal, o cumprimento da palavra dada à cidade e aos usuários que acreditaram que o direito à vida e à liberdade deve alcançar a todos, loucos ou não, com dignidade e autonomia.

Fonte: Fórum Mineiro da Saúde Mental e ASUSSAM

PROJETO QUER OBRIGAR HOSPITAIS A EXIBIREM TABELA DE PREÇOS DOS SERVIÇOS


De acordo com Projeto de Lei em tramitação no Senado, estabelecimentos de saúde – hospitais, clínicas e consultórios – poderão ser obrigados a exibir tabela de preços dos serviços prestados aos usuários, de forma clara e em local de fácil acesso. Aqueles que não atenderem à exigência cometerão infração sanitária e poderão receber sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor.

O PLS 92/2014, de autoria do senador Jayme Campos (DEM-MT), estabelece que a tabela deve contemplar os preços de consultas com médicos e outros profissionais, além de exames, custos administrativos e preços de todos os outros serviços oferecidos. Segundo o autor, os brasileiros encontram dificuldades de toda ordem, seja na rede pública ou no setor privado, e a exibição da lista é fundamental.

Trata-se de medida simples, mas necessária. Milhões de brasileiros serão beneficiados, seja para ter elementos para decidir pela utilização ou não de tais serviços, seja para efetivamente controlar os custos e preços praticados”, argumenta o senador.

Fonte: Agência Brasil

MONITORAR A CADEIA PERVERSA DAS OPME


Esse é o objetivo da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), que solicitou ao poder público o monitoramento das empresas fornecedoras de órteses, próteses e materiais especiais, para estabelecer parâmetros que impeçam abusos nos valores de comercialização, no país. A entidade argumenta que existem materiais que chegam a custar até 10 vezes mais de uma região para outra.

A cadeia entre fabricante, distribuidor nacional, distribuidor local, hospital e médicos tem uma equação que vai crescendo exponencialmente, afetando o sistema de saúde como um todo e as operadoras estão vivendo no limite máximo de viabilidade econômica.

Para a Abramge, a quantidade de impostos sobre as importações é outro fator que tem contribuído para o aumento abusivo. Por isso, além de parâmetros, afirma que é necessário que o Governo Federal estimule a produção de materiais nacionais, com linhas de crédito para o desenvolvimento de produtos que poderão reduzir custos.

Fonte: CFM


É NOTÍCIA - ASSOCIADOS

HOSPITAL SANTA VIRGÍNIA INICIA ATIVIDADES DO CENTRO DE ENSINO E PESQUISA


Recentemente, o Hospital Santa Virgínia comemorou mais uma marco em sua história: o início das atividades do Centro de Ensino e Pesquisa, que funcionará nas próprias dependências da instituição. Em 10 de julho, foram recebidos acadêmicos do curso de Medicina da Universidade Federal de São Carlos, que participarão de atividades complementares durante cinco semanas, iniciativa que faz parte do convênio firmado com a UFSCar para grupos de terceiro e quarto anos.

Um evento realizado no auditório do HSV recepcionou os estudantes e contou com a presença do diretor clínico Dr. Valter Jorge e dos idealizadores do Centro de Ensino e Pesquisa, os urologistas Dr. Enrico Andrade e Dr. Gustavo Alarcon, além de médicos, membros da enfermagem e das diretoras Irmã Maria de Fátima da Cruz e Irmã Maria Eni Queiroz de Oliveira.

Durante a recepção, o cardiologista Dr. Antônio Carlos Micelli ministrou breve palestra sobre o surgimento das escolas de Medicina no País e a fundação do Hospital Santa Virgínia. Ele explicou que o Hospital de Caridade do Braz, primeiro nome dado ao HSV, surgiu para dar suporte à Universidade (Livre) de São Paulo, que funcionou no mesmo local, no início do século XX. “Por isso, desde seus primórdios, o HSV tem forte relação com a proposta de formar e capacitar profissionais de Medicina. Assim, hoje, estamos concretizando um desejo antigo de voltar a colaborar efetivamente com o desenvolvimento de futuros médicos. O trabalho de nosso Centro de Ensino e Pesquisa promete beneficiar muitos estudantes e profissionais de todo o país”, relatou.

Novos grupos de alunos de Medicina devem ser recebidos a cada semestre, durante o período de férias. A intenção ainda é inaugurar, em breve, um espaço físico que abrigará o Centro de Ensino e Pesquisa, com biblioteca aberta a médicos e outros especialistas em saúde do hospital.

Fonte: Comunica – Assessoria em Comunicação

HOSPITAL SANTA CATARINA DECIDE FECHAR MATERNIDADE


Depois de 35 anos e realizando, em média, 240 partos por mês, o Hospital Santa Catarina iniciou o processo de descontinuidade da Maternidade, UTI Neonatal, Centro Obstétrico, PA Obstétrico e Berçário, no último dia 1º de agosto e informa que ampliará sua atuação em cirurgia de alta complexidade e nas especialidades de Oncologia, Neurologia, Cardiologia, Ortopedia e cirurgias do aparelho digestivo.

Em nota, informou que, para garantir o atendimento aos pacientes, os serviços serão mantidos por 90 dias, período superior ao exigido pela legislação, se encerrando no dia 31 de outubro. Explicou também que as altas taxas de ocupação e a expressiva demanda por leitos hospitalares relacionadas ao progressivo envelhecimento da população brasileira e à necessidade de revitalização da maternidade foram fatores decisivos para a tomada de decisão.

Atualmente, o nível de ocupação do Santa Catarina mantém média mensal de 87% e as informações fornecidas são de que, em 2014, a instituição investirá R$ 42 milhões na atualização de seu parque tecnológico e em infraestrutura.

Fonte: Hospital Santa Catarina

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