AtualAnteriores → Edição nº 97

INFORM@TIVO

 

SAÚDE SUPLEMENTAR

 

Representantes da AMIL são recebidos na AHESP

Inicialmente, como legítima representante dos hospitais do Estado de São Paulo, a AHESP quer agradecer a todos aqueles que responderam à pesquisa elaborada recentemente pela entidade, em especial, aos estabelecimentos que, mesmo não sendo associados, consideraram a importância do estudo em prol do setor e, assim, contribuíram com suas informações.

Os resultados confirmaram a existência de problemas na relação entre Hospitais e a AMIL e, por solicitação da operadora, uma reunião para debater o tema foi realizada na sede da Associação, no último dia 30 de abril. Na oportunidade, o Presidente da AHESP, Dr. Eduardo de Oliveira, e o Assessor de Convênios, Dr. Walter Lyrio do Valle, representaram também a Federação Brasileira de Hospitais e receberam as Diretoras Médicas da AMIL do Rio de Janeiro, Dra. Cristina Mendes, e de São Paulo, Dra. Regina Duarte.

Explicando que a operadora passa por uma grande reestruturação, as representantes confirmaram que, nos últimos meses, realmente foram enfrentadas algumas dificuldades operacionais com os prestadores, sobretudo no agendamento de reuniões e saneamento de problemas referentes à revisão de glosas e seus respectivos pagamentos. No entanto, afirmaram que a empresa está dedicando maior atenção a tais dificuldades que, inclusive, já começam a ser superadas.

Além de reiterar que o “Demonstrativo de Análise de Contas” e o “Demonstrativo de Pagamento” estão disponíveis no site da AMIL e são de livre acesso aos prestadores, as diretoras médicas informaram sobre a existência de canal específico para equipes destinadas à resolução de problemas mais corriqueiros, assim como pessoal especializado para os mais complexos. Entretanto, se colocaram à disposição como intermediadoras de conflitos para os hospitais que tiverem dificuldades na obtenção de soluções através desses canais.

Na ocasião, os representantes da AHESP destacaram a necessidade de um esforço concentrado de todos para o cumprimento imediato e integral da Lei 13.003/14, assim como dos prazos para notificação e resposta dos recursos de glosas e outras especificações. Concordando com tal necessidade, as representantes da AMIL afirmaram que farão esforços junto a seus gestores regionais, para que agilizem o atendimento e a solução dos problemas em prazos razoáveis e conforme preconizado em contrato, considerando as normas vigentes.



FBH 50 ANOS

 

Federação faz lançamentos durante a HOSPITALAR 2015

O primeiro dia da Feira+Fórum HOSPITALAR deste ano foi especial e marcante para a Federação Brasileira de Hospitais, entidade que chega aos 50 anos composta por 6.784 hospitais, dos quais 2.916 prestam atendimentos pelo SUS.

No dia 19, além de realizar o I Seminário de Esclarecimentos sobre a Dinâmica Ambiental dos Resíduos Hospitalares, com o apoio da Confederação Nacional de Saúde (CNS), a FBH promoveu dois lançamentos oficiais para celebrar seu jubileu: o livro “Federação Brasileira de Hospitais – Cinco Décadas” e o Prêmio Synapsis para trabalhos jornalísticos sobre a qualidade na saúde dos brasileiros.

O evento contou com a participação da presidente da HOSPITALAR, Dra. Waleska Santos, que afirmou que a feira é tradicionalmente caracterizada pela comemoração de boas notícias do setor. “A adesão de entidades lançando projetos é música para os nossos ouvidos. Somos uma ferramenta a serviço da saúde, queremos dar visibilidade ao que acrescenta e valoriza o setor e as pessoas”, assinalou.

Já o presidente da FBH, Luiz Aramicy Bezerra Pinto, disse que o principal objetivo do livro é deixar um legado para as gerações futuras, contribuindo para que as pessoas conheçam a história da entidade e dos hospitais brasileiros. “A obra contém depoimentos de gestores e professores e resgata grande parte da história. É um livro para se ler e se guardar”, afirmou.

Prêmio Synapsis

O prêmio de jornalismo reconhecerá as melhores contribuições para o tema Saúde no país, que possam ajudar a ampliar o universo de atuação do setor e a pensar a qualidade de vida dos hospitais brasileiros. A premiação será oferecida aos jornalistas que tenham produzido materiais de excelência sobre qualidade de saúde em TV, rádio, veículos impressos e internet. “Queremos mostrar o trabalho que vem sendo feito pelos jornalistas sobre o tema, além de ONGs que trabalham em regiões carentes”, explicou o presidente da FBH.

A premiação acontecerá em novembro de 2015, em Brasília. Serão premiados jornalistas com trabalhos que abordem problemas e apontem de forma propositiva soluções que possam ser aplicadas para a melhoria da condição do sistema de Saúde no país. Já o prêmio para Organização da Sociedade Civil irá para o representante que melhor atue para mitigar a falta de acesso a uma saúde pública de qualidade.

Dirigentes da FBH, Hospitalar, FBAH, Sindhosp, Fenaess e CNS brindaram o lançamento do livro “Federação Brasileira de Hospitais – Cinco Décadas” e do Prêmio Synapsis de jornalismo, no primeiro dia da HOSPITALAR.



PALESTRA GRATUITA

 

Inserção da Libras para Profissionais de Saúde

Em tempos de inclusão social, qual tem sido a postura adotada pelo seu estabelecimento de saúde? Além da lei de cotas para colaboradores, tem se mobilizado para garantir um atendimento diferenciado aos pacientes portadores de algum tipo de deficiência?

Palestrante Thaís Freitas Santos, pedagoga e fonoaudióloga.

Desde abril de 2002, pela Lei nº 10.436, a Língua Brasileira de Sinais, Libras, é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão, assim como outros recursos de expressão a ela associados. Para tanto, “é entendida como a forma de comunicação e expressão em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos oriundos de comunidade de pessoas surdas do Brasil”.

Em 2005, além de regulamentar a citada Lei, o Decreto nº 5.626 estabeleceu a garantia do direito à saúde das pessoas surdas ou com deficiência auditiva, em seu Capítulo VII e, mais, o atendimento a essas pessoas por profissionais capacitados para o uso de Libras ou para sua tradução e interpretação, na rede de serviços do SUS e das empresas que detêm concessão ou permissão de serviços públicos de assistência à saúde.

Mas, por que Libras é importante no setor hospitalar?

Para responder a esta pergunta, explicar o que é a Língua Brasileira dos Sinais, sua importância na formação de profissionais inclusivos e como pode ser inserida nos hospitais para um atendimento diferenciado e de qualidade, a AHESP convidou Thaís Freitas Santos, pedagoga e fonoaudióloga que atua há 20 anos na área de Deficiência Auditiva.

A palestra acontecerá no próximo dia 18 de junho, tem vagas limitadas e as inscrições são gratuitas. Para saber mais e garantir sua participação, clique aqui



HOSPITAIS - SP

 

Rede D´Or amplia presença no ABC com compra do Hospital Bartira

Presente no Estado de São Paulo com 11 unidades hospitalares, o grupo carioca Rede D´Or vê o Grande ABC como região estratégica para seu plano de expansão e acaba de adquirir o Hospital e Maternidade Bartira, que existe há 47 anos, possui 110 leitos, nove salas de centro cirúrgico e pronto socorro com 20 mil consultas/mês. Com a compra, cujo valor não foi revelado, a rede passa a ter 670 leitos hospitalares na região.

De acordo com o diretor corporativo da empresa, Luiz Sergio Santana, enquanto a cobertura de planos de saúde no país está em 25% da população, nos sete municípios do Grande ABC é o dobro, ou seja, chegando a 50%, o que considera significativo já que o foco principal da companhia é o atendimento a pessoas com convênios médicos e acrescenta: “O Grande ABC representa 40% de participação nos resultados da Rede D´Or no Estado”. Vale lembrar que o grupo é dono do Hospital Brasil, em Santo André; do Assunção e do IFOR, em São Bernardo e, segundo Santana, existe a intenção de ampliar ainda mais a presença com unidades em Mauá e Diadema.

Com 520 funcionários e 500 médicos, o diretor informa que o Hospital Bartira deverá passar por um processo de modernização. Além disso, há projetos em andamento para aumentar o número de leitos dos outros empreendimentos: 150 no Brasil até 2017, 130 no Assunção até 2019 e dobrar o tamanho do IFOR. Em 2017, será a vez de inaugurar o hospital São Luiz, em São Caetano do Sul, que deverá contar com 300 leitos.

Fonte: Diário do Grande ABC



Beneficência Portuguesa terá Unidade Premium em São Paulo

Considerada como o maior complexo hospitalar privado da América Latina, a Beneficência Portuguesa esteve pela primeira vez participando da HOSPITALAR 2015 e contou com uma equipe reforçada para apresentar a expertise de seus 155 anos de atuação e detalhes de suas unidades de negócio.

Entre as novidades, está a inauguração do segundo bloco do Hospital São José, Unidade Premium da instituição, com a ampliação do número de leitos para 118, implantação de serviço de pronto atendimento, 31 salas de quimioterapia, equipamentos de radioterapia de última geração, um andar dedicado ao cuidado e bem-estar de pacientes com câncer e uma área totalmente voltada para transplante de medula óssea.

O Hospital São José tem como compromisso oferecer qualidade assistencial com padrões internacionais, investe constantemente em inovação e segurança e é acreditado. Além dos espaçosos apartamentos, sete salas cirúrgicas e equipamentos de transmissão de cirurgias por videoconferência em tempo real, possui corpo clínico reconhecido nacional e internacionalmente que se dedica ao desenvolvimento de importantes pesquisas, promoção de eventos científicos e na disseminação de conhecimentos.

Fonte: Saúde Business



Pesquisa mostra que, dos 96 distritos de SP, 30 não têm leito hospitalar.

No último dia 19, foi divulgado o Mapa da Desigualdade de São Paulo elaborado pela Rede Nossa São Paulo. A pesquisa mostra a desigualdade entre os municípios em vários quesitos, como habitação, vagas em creches, mortalidade infantil etc.

Oded Grajew

Com relação ao número de leitos hospitalares, o levantamento, que considera públicos e privados, apontou que 30 dos 96 distritos da capital paulista não possuem nenhum, caso de Perus, na Zona Norte. Por outro lado, o Jardim Paulista tem 881 vezes o número de leitos da Vila Medeiros. No total, São Paulo tem 2,99 leitos para cada mil pessoas e, portanto, está dentro do recomendado pela Organização Mundial de Saúde que é de 2,5 a 3 leitos para cada 1.000 habitantes.

O número do estudo divulgado é maior do que o de 2009, quando havia 28 distritos sem leito hospitalar, e menor do que em 2012, quando 31 distritos não tinham nenhum leito. Em relação a 2013, São Paulo ganhou 10.344 leitos.

"Quanto mais você demora para dar atendimento, piora a saúde, pode chegar a morte, inclusive. A pessoa tem que se deslocar em São Paulo, onde a mobilidade já é muito problemática, para ter acesso ao hospital e, quando chega, certamente, já chega em piores condições do que se tivesse um hospital perto de casa", disse Oded Grajew, coordenador da Rede Nossa São Paulo.

Fonte: Portal G1



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