AtualAnteriores → Edição nº 98

INFORM@TIVO

 

CURSOS AHESP



 

Prontuário do Paciente como importante recurso na Gestão Hospitalar


Com uma nova metodologia baseada nos princípios da neurociência, que torna a exposição prática e dinâmica, o instrutor Hélio Borin Filho esteve ministrando o curso de Serviço de Arquivo Médico e Estatística (SAME), no último dia 28 de maio, no Auditório da AHESP.

Tendo como objetivo transformar as informações contidas no prontuário do paciente em importante recurso na gestão hospitalar, os participantes receberam orientações baseadas nas visões científica, jurídica, financeira e administrativa de tais informações. Neste sentido, a programação contemplou desde aspectos legais e organizacionais até a importância dos indicadores hospitalares, passando pela estrutura física do prontuário do paciente e pelo prontuário eletrônico.

Participando pela primeira vez de um evento da AHESP, Arnaldo Luiz Pires, Coordenador de Registro Hospitalar/SAME do GRAACC, considerou o conteúdo como adequado e abrangente, tanto para profissionais que estejam iniciando na área, como para aqueles que buscam atualização. Para ele, além do conteúdo ser bem explanado, os participantes tiveram a oportunidade de discuti-lo e de interagir com o palestrante.

Arnaldo Luiz Pires,
do GRAACC

“O curso foi bastante importante para mim e para nossa equipe e, com certeza, será relevante para nosso dia a dia profissional. Este método torna o treinamento mais dinâmico e nos deu a oportunidade de debater o assunto até o entendimento. Algumas experiências, como os diferentes métodos de organização e arquivamento, fazem-nos refletir e comparar o apresentado versus o realizado em cada instituição”, avaliou.

Na visão de Maria Angélica Conceição da Silva, Supervisora Administrativa da Intermédica, o curso de SAME é muito rico, uma vez que trata da admissão do paciente, desde a ficha do primeiro atendimento até a elaboração de um prontuário médico, nos casos de internação. Além disso, destacou que é relevante também diante da responsabilidade de atender aos quesitos de satisfação do cliente e no monitoramento dos processos para acreditação.

“O curso deixou bem clara a responsabilidade médica e da equipe multiprofissional para fazer cumprir as devidas anotações, não só para o tratamento e recuperação do paciente, mas visando o bem maior que é a vida. Aprendemos, inclusive, sobre a importância legal do prontuário numa eventual defesa da instituição frente a uma solicitação jurídica”, analisou.

Assim como eles, todos os participantes aprovaram itens como conteúdo, planejamento e metodologia do curso. As fichas de avaliação, respondidas por todos, registraram somente números positivos, com destaque para os 100% atribuídos à aplicabilidade na rotina profissional.

Por fim, a Maria Angélica parabenizou a calorosa recepção dos colaboradores da AHESP aos profissionais de saúde e o Arnaldo fez questão de registrar uma sugestão: “Incluir nesse curso ou promover outra atividade para uma discussão breve sobre o processo de SAME em cada instituição participante, que seria um momento bastante interessante para troca de experiências e até complementar ao conteúdo teórico apresentado”.

Fique atento aos próximos eventos da AHESP:

18 de junho – Palestra Inserção da Libras para Profissionais de Saúde

25 de junho – Curso Serviço de Atendimento ao Cliente Hospitalar – SACH



ESPECIAL



 

A viabilidade de um Retrofit de Iluminação em Hospitais


Em tempos de sustentabilidade, a busca por fontes alternativas, tratamento de resíduos, redução de custos e de consumo são questões planetárias e, no Brasil, associadas à escassez hídrica, aos sucessivos aumentos nas tarifas de energia e à crise econômica, impõem novos desafios a toda sociedade.

O cenário é o mesmo para todos os setores da economia e, portanto, não é diferente na área de Saúde, onde a tendência também é de que novas soluções cheguem e sejam implementadas no decorrer dos próximos anos.

Assim como em outros estabelecimentos comerciais e nas próprias residências, a iluminação nos estabelecimentos de saúde é apenas um exemplo. Você já fez um estudo luminotécnico? Já pensou em um retrofit de iluminação em seu hospital? Saiba que mais ou menos dia, terá que planejar, programar e efetivamente fazer algo a respeito.

A partir do dia 1º de julho, a comercialização de lâmpadas incandescentes de 75W e 100W estará proibida e as de 60W deixarão de ser vendidas até 30 de junho de 2016. O Brasil optou pelo fim da fabricação e comercialização desse tipo de lâmpada de forma gradual, como outros países europeus, o que é uma escolha mundial para reduzir o consumo de energia elétrica, a geração de calor, as emissões do CO₂ que ocasionam o efeito estufa e o excesso de descarte que contamina o meio ambiente. (Conheça a Portaria Interministerial nº 1007)

Com relação aos modelos fluorescentes, outros são os aspectos a serem considerados, em especial o descarte (cerca de 40 milhões de unidades anualmente no país), que é regido por legislação específica que, inclusive, estabelece pena de reclusão de um a quatro anos e multas que variam de R$ 5 mil a R$ 50 milhões.

Afinal, desde agosto de 2010, está em vigor a Lei 12.305, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), reunindo uma série de instrumentos, metas, ações e diretrizes a serem adotadas – isoladamente ou em regime de cooperação – por todas as esferas de governo e também por particulares, para a gestão integrada de resíduos. Além disso, traz a classificação dos resíduos sólidos quanto à origem e à periculosidade.

Como o tema desta matéria especial do Informativo AHESP é iluminação em estabelecimentos de saúde, destacamos o caso das lâmpadas fluorescentes, classificadas como resíduos perigosos por sua toxicidade, pois contêm substâncias químicas que afetam o ser humano, como o mercúrio, metal pesado que causa efeitos desastrosos ao sistema nervoso, quando ingerido ou inalado.

No Brasil, há ainda a ABNT NBR 10004, norma técnica que define a periculosidade de diversos elementos e substâncias químicas e estabelece limites admissíveis para que sejam dispostos no meio ambiente, e a NR 15 do Ministério do Trabalho, que trata das atividades e operações em locais insalubres, listando o mercúrio como um dos principais agentes nocivos à saúde do trabalhador.

A hora e a vez do LED

Pelo exposto, fica fácil de entender a opção que vem sendo adotada em todo mundo pelo Diodo Emissor de Luz ou simplesmente LED (Light Emitting Diode). Enquanto as lâmpadas convencionais já começam a ser substituídas pelas de LED e os projetos passam a ser concebidos com a nova tecnologia, a indústria está sob aprimoramento constante e já começam a surgir normas técnicas específicas por aqui.

Para saber mais sobre essa tendência mundial e a viabilidade da iluminação LED no ambiente hospitalar, a AHESP esteve recebendo representantes das NVC Lighting Technology Corporation, maior fabricante de iluminação da China, presente no Brasil há cinco anos, com estoque disponível em São Paulo e São Bernardo do Campo, showroom em todo país, garantia e suporte local, além de planos para abertura de uma fábrica, que ressaltou as vantagens das lâmpadas LED:


não é poluente, pois não contém metais pesados;
gera menos calor e, com isso, menos dióxido de carbono (CO₂);
não emite radiação UV;
gera 25 vezes menos lixo contaminante ao meio ambiente;
vida útil mediana da lâmpada de 25 mil horas.



Para ilustrar sua apresentação, a NVC mostrou para a diretoria da AHESP o Estudo de Viabilidade de Retrofit de Iluminação feito para um hospital de médio porte, cujos resultados apontam para uma economia anual superior a R$ 45 mil e um retorno (pay back) em 1,2 anos.


Estudo de Viabilidade – Hospital Médio Porte – NVC®
Comparativo
Tipo de Iluminação – Lum/Lamp
Convencional
LED
Quantidade de Lâmpadas11581158
Consumo lâmp. (W)3218
Quantidade de Reatores11580
Consumo de Reatores (W)3,20
Consumo Total Iluminação (kWh)40,820,844
Custo Total das LumináriasR$ 16.212,00R$ 54.090,18
Custo kWh Médio (base de cálculo)0,33R$ 0,33
Gasto R$/hrR$ 13,46R$ 6,88
Gasto R$/dia (12hrs/dia)R$ 161,52R$ 82,56
Gasto R$/mês (30 dias/mês)R$ 4.845,60R$ 2.476,80
Gasto R$/anoR$ 58.147,20R$ 29.721,60
Custo Médio Anual para Descarte das LâmpadasR$ 100,00R$ 0,00
Custo Médio Anual com ManutençãoR$ 100,00R$ 0,00
Custo Médio Anual com Mão de ObrasR$ 200,00R$ 0,00


Viabilidade do Negócio – NVC®
Economia AnualR$ 45.037,60
Pay Back – retorno1,2 anos


Durabilidade das Lâmpadas e Garantias – NVC®
Duração das Lâmpadas LED13 anosGarantia 2 anos
Duração das Lâmpadas Convencionais2 anosGarantia 1 ano
Duração dos reatores Convencionais2 anosGarantia 1 ano

IMPORTANTE: A AHESP e a NVC Lighting estão agendando uma apresentação exclusiva para hospitais e outros estabelecimentos de saúde. Não perca essa excelente oportunidade. Fica atento às comunicações e participe!



É NOTÍCIA



 

Em três anos, Brasil terá Unidades do Pasteur em funcionamento.

Na última segunda-feira, dia 8, o presidente do Instituto Pasteur, Christian Bréchot, assinou parceria com a Fiocruz e a USP, para instalar as “plataformas técnico-científico-educacionais”, com laboratórios e polos de pesquisa, afirmando que, em até três anos, as duas unidades da organização francesa estarão em funcionamento no Brasil: uma em São Paulo e outra no Rio.

Referência mundial em pesquisa científica desde o século 19, o Pasteur está em 26 países e, no Brasil, contará com a capacidade em medicina aplicada da Fundação Oswaldo Cruz e a excelência em educação da Universidade de São Paulo. Por aqui, as áreas preferenciais das pesquisas serão doenças como dengue, malária, chikungunya e leishmaniose.

De acordo com a presidência da Fiocruz, o plano de negócios que colocará em prática o braço brasileiro do Instituto Pasteur estará pronto até o fim do ano e a iniciativa contará com o apoio de agências de fomento federais e estaduais e do Ministério da Saúde.

Vale lembrar que a Fundação é a única instituição brasileira associada à rede de centros de pesquisa do Instituto e as duas instituições têm ações de cooperação há um século, nas áreas de imunologia e entomologia.

Fonte: Uol


SP: Secretário reúne entidades médicas e propõe criação de Comitê de Crise na Saúde

No dia 2 de junho, o Secretário Estadual da Saúde, David Uip, esteve reunido com representantes das principais entidades médicas de São Paulo para discutir e buscar saídas para a crise da saúde. De acordo com o secretário, o setor está à beira do colapso por problemas relacionados à falta de recursos, à judicialização das ações de saúde, à organização do sistema e à utilização inadequada dos serviços por parte da população.

Foto: Osmar Bustos

Uip propôs a criação de um comitê de crise do setor e lembrou que, embora a crise seja do sistema, os médicos acabam sendo vistos, injustamente, com “antipatia” pela população. O presidente do Cremesp, Bráulio Luna Filho, falou sobre o levantamento de casos de violência contra médicos que vem sendo feito pela entidade, afirmando que parte dela é reflexo da situação em que se prometeu muito para a população, mas sem atender às expectativas criadas e, ainda, que é necessário rever os efeitos da municipalização dentro do SUS. “É preciso reconhecer que a municipalização fracassou em alguns aspectos. Deixar a organização da atenção secundária e terciária da saúde a cargo dos municípios é um equivoco”, avaliou.

Complementando, Eder Gatti Fernandes, presidente do Simesp, destacou que falta capacidade técnica aos municípios para administrar o setor dentro do sistema integrado de saúde e melhor qualificação da atenção primária. Ambos defenderam a reformulação da Residência Médica, para que seja a porta de entrada do profissional no sistema.

O presidente da APM sugeriu que o Governo do Estado faça uma campanha, nos meios de comunicação, no sentido de esclarecer à população de que a utilização inadequada de prontos-socorros, por demandas como consultas de rotina, sobrecarregam os serviços e representam desperdícios de recursos.

A reunião contou com a participação do secretário Adjunto da Saúde, Wilson Pollara; do coordenador de Gestão de Contratos de Serviços de Saúde, Eduardo Ribeiro Adriano; da coordenadora de Planejamento de Saúde, Silvany Portas; e da assessora do Núcleo Técnico de Humanização, Eliana Ribas, entre outros técnicos da Secretaria Estadual de Saúde. Por fim, a proposta do secretário será levada à diretoria e ao plenário do Cremesp para avaliação.

Fonte: Cremesp


UBM Brazil assume controle da HOSPITALAR Feira + Fórum

O grupo britânico UBM, líder global em mídia de negócios e segunda maior organizadora de eventos no mundo, anunciou a aquisição da Hospitalar Feiras e Congressos, empreendedora e organizadora da HOSPITALAR Feira + Fórum, fundada em 1994 e que, atualmente, atrai a visita de mais de 95 mil profissionais do setor.

Segundo Joris van Wijk, presidente da UBM Brasil, o anúncio foi feito com entusiasmo depois de consolidar um relacionamento profissional de 20 anos com Francisco e Waleska Santos, presidente e vice-presidente do Grupo São Paulo Feiras Comerciais. “A HOSPITALAR tem grande sinergia com os nossos negócios no exterior, onde já operamos com a UBM Life Science, unidade especificamente dedica à organização de eventos, conferências e geração de conteúdo para o setor da saúde, médico, veterinário e farmacêutico”, explicou.

Jean-François Quentin, vice-presidente da UBM Brazil, será o diretor geral da HOSPITALAR e atuará juntamente com Waleska Santos, que permanecerá na presidência. Francisco Santos também continuará como vice-presidente e embaixador da UBM Life Science.

Uma coletiva de imprensa apresentando a nova parceria e marcando o lançamento da HOSPITALAR 2016 acontecerá em São Paulo, no dia 6 de julho, na FIESP.

Fonte: Portal Hospitais Brasil



FBH 50 ANOS



 

Abertas as inscrições para o Prêmio FBH Synapsis de Jornalismo


Segundo a Federação Brasileira de Hospitais, “as cabeças que nos ajudam a pensar na qualidade da saúde dos brasileiros merecem um prêmio” e, por isso, na celebração de seu jubileu, a entidade criou o Prêmio Synapsis de Jornalismo.

As inscrições estão abertas até o dia 30 de setembro, em duas categorias:

Jornalismo – matérias e reportagens dos veículos de comunicação das áreas de Televisão, Rádio, Web e Impresso, que abordem problemas e que apontem, de forma propositiva, soluções que possam ser aplicadas para a melhoria da condição do sistema de Saúde no país. Serão escolhidos quatro vencedores, um para cada área citada acima.

Organizações da Sociedade Civil – OSCs que pelo seu trabalho filantrópico, junto às comunidades pobres, apresentem as melhores práticas no campo da Saúde, dirigida às populações de baixa renda e em situação de risco social. Será escolhida uma Organização Social vencedora.

A primeira edição da premiação acontecerá no mês de novembro. Veja todas as informações, clicando aqui, consulte o Regulamento e participe!